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sábado, 15 de setembro de 2012

RIBINHA CONVIDA AMIGOS PARA UMA PLENÁRIA SOBRE EDUCAÇÃO

O Professor Ribinha convidou amigos e eleitores para participarem de uma plenária sobre educação, onde o mesmo expôs acerca dos seus atos na Secretaria Municipal de Educação e os seus projetos para a reeleição.

Na oportunidade fizeram-se presentes o candidato a Prefeito Paulo Martins, Dr. Marcos Guilherme, ex-secretário de Educação, professores amigos e funcionários da Secretaria Municipal de Educação manifestando apoio ao candidato Ribinha.

A ação agora é RIBINHAR reelegendo Professor Ribinha como vereador.
















































O FILÓSOFO

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O DESTINO NAS MÃOS DE QUEM VOTA


Para o filósofo Sócrates “Viver bem e saber do bem” era uma coisa só. Leia isso no diálogo Critón, de Platão.

Quer dizer que uma pessoa não é ética somente por saber o que é o bem, mas por exercê-lo, por saboreá-lo ao longo de sua vida. O bem não é algo que se saboreia isoladamente, e sim, que se comparilha com o povo (o livro Ética a Nicômaco, de Aristóteles, também trata disso).

Ora corrupção é o rompimeno do compromisso de viver o bem compartilhado com todos, dar prioridade ao interesse particular ou da própria família, contra os interesses do povo é, assim, um ao antiético, contrário à promoção do bem. Como o contrário do bem é o mal, a corrupção é também um grande mal. Mas que mal há em querer o bem só pra si mesmo, para sua irmã, ou suas irmãs, seu irmão, seus primos, seu pai e sua mãe, deixando nós outros  ao “D’US dará”? O mal que há nisso em dois nomes: “Injustiça e Nepotismo”. Todo ato de corrupção é um ato de injustiça, todo ato em que se coloca a família em patamares elevados, em posição de destaque em cargos públicos configura-se o “Nepotismo”. A injustiça é revelada quando se sente na pele e percebe-se que o que era devido ao cidadão não lhe foi dado, “tais como cargos e salários” e quem de direito não recebeu, mas outro ganhou em seu lugar. (leia-se – A Origem da Desigualdade entre os Homens, de Rousseau).

Receber dinheiro para campanha eleitoral e não contabilizá-lo legalmente, porque vem de fontes não muito legaIS, comprometendo adiante o bem público com interesse particular, muito grave, principalmente quando se atrasa o pagamento de  qualquer funcionário, não quitar divídas públicas para enriquecimento do seu próprio bolso.

Assim a decisão de não ligar a mínima para com o próximo, exemplo: pagar salários abaixo do estipulado pelo governo central, e isso está presente após sair vitorioso, após uma campanha eleitoral, ou tirar proveito de uma licitação pública ou em um pregão, até mesmo beneficiando outros beneficiários de outros municípios onde não circulará o dinheiro no município onde se  deu a origem do pregão.

ENTRE O BEM E O MAL
E DAÍ? Diremos que o mal não tem jeito? Não é nada disso. Claro que tem. Se reconhecermos que nosso voto é força que gera o bem e o mal, devemos em primeiro lugar pensar que através de nosso voto colocaremos no poder alguém que vai gerar o bem ou o mal, devemos também defender os interesses da maioria (do povo), isto é, encontrarmos o bem comum entre todos os cidadãos homens, mulheres e crianças. Nesse caso estaremos lutando pelo bem comum, estaremos fazendo uma política justa e honesta, isso se olharmos a nossa volta e avaliarmos quano custa nossa liberdade. Vender seu voto também é corrupção.

Uma sociedade próspera é uma sociedade de indivíduos inteligentes, como lembra o filósofo Cornelius Castoriades em seu livro “A Instittuição Imaginária da Sociedade”. Como o bem e o mal, a política é filha da liberdade, mas, sabendo que a liberdade é mãe tanto do bem, como do mal, não somos mais inocentes de achar que os políticos, sejam algo de bonzinhos e que podem ser malzinhos também.

Pense bem antes de votar, não venda a sua liberdade por algo que lhe custará muito caro no futuro.

O FILÓSOFO  

NÃO VENDA SEU VOTO. POLÍTICO CORRUPTO NÃO TEM COMPROMISSO COM NINGUÉM



Esse ano teremos eleições. Que o Brasil não permita que esta charge seja uma realidade.

O que compra voto e é eleito não tem compromisso algum seus eleitores, pois foi pela ação ilícita dele que foi eleito e não pela vontade popular.

Pense nisso: como você terá autoridade para cobrar honestidade e empenho do para o qual você vendeu seu voto?

O FILÓSOFO

CORRUPÇÃO X LIBERDADE



Se felizmente o homem é livre para expressar sua conduta, ele pode optar por ser corrupto a qualquer momento. Então, podemos sonhar com um mundo livre deste mal, Campo Maior pode ser livre da corrupção e enaltecermos a liberdade.

As denúncias recorrentes sobre o envolvimento de políticos de nossa cidade em corrupção tem dado muito que falar. Mas o que pensarmos sobre tudo isso? As ocorrências vista a olho nu, gera desconfiança, nos estimula a calar para ouvir melhor, e  ouvir para pensar direito – e só falar quando o juízo estiver amadurecido. Nada nos aborrece mais do que ter que dizer qualquer coisa de qualquer maneira sobre qualquer assunto, ainda mais sobre um assunto tão grave como esse que ocorre em nossa cidade, que é a falta de ética na política.

Mas o que significa “falta de ética na política?” Em que medida a corrupção é uma “Falta de ética?” O que pode ser ética para que sua ausência seja um mal? O que é o mal? Como um cidadão pode cometê-lo? Haveria, então, um jeito de nós cidadãos de Campo Maior e, com isso, acabar de vez com a corrupção em Campo Maior? O que podemos fazer?

Antes de respondermos esta indagação, é preciso lembrar que a corrupção é um mal tão grande quanto a injustiça social e mesmo o da proliferação da violência urbana que atinge nossa cidade, que cerceia nossa liberdade individual, e que a corrupção não é causa destes outros males, más sim um componente, com estes outros males, de um conjunto de males que atuam ao longo da história como fios próprio que tecem o grande tapete de nossa civilização.

Então a culpa é da civilização? Não se ganha muito em condenar o processo civilizatório. Ninguém pode, como já foi dito, saltar além de sua própria sombra. Logo: criticar a civilização é um ato civilizatório.

Logo vamos entender por corrupção o ato de um indivíduo ou um grupo de pessoas que engana uma população para enriquecimento próprio ou de uma família nepótica, ou mesmo por egocentrismo tirando proveito ilícito de algum bem público. Nós em Campo Maior já percebemos que a política é um prato cheio para acometimento da corrupção.  Com tudo os políticos mais corruptíveis são mais ágeis do que o povo e se fartam quando podem, e o fazem antes de qualquer denúncia ser formalizada.

A diferença entre o povo, de um lado, e os políticos, de outro, passa por uma concepção de política que favorece a prática da corrupção: a idéia de que política e seus negócios são “coisas só de políticos”. Porém, se o bem é público, é tanto deles como meu, é nosso.
Sendo nosso o problema, eu e você cidadãos comuns devemos ficar atentos, para cuidar e preservar o que é nosso. É esta a mentalidade, segundo a qual a coisa pública (a res pública) é de nosso interesse comum, e o que faz alguém ser um cidadão, uma pessoa interessada em primeiro, lugar pelo bem da coletividade

Pois enquanto cada um procura salvar-se como pode, o político corrupto e profissional cuida em surrupiar tudo aquilo que deveria ser um bem público.

Em suma corrupção é o rompimento com compromisso com o povo para um viver bem compartilhado com todos. Dar prioridade ao interesse particular contra o interesse do povo é, assim, um ato antiético, contrário à promoção de nosso bem estar, bem estar do povo... “ACORDA CAMPOMAIORENSE”.


O FILÓSOFO