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domingo, 17 de março de 2013

CHURRASCARIA CARNEIRO NA BRASA




O tradicional carneiro na brasa do proprietário Manuel Doca agora está com novo endereço – ao lado esquerdo da BR – 343, Km 299 sentido Campo Maior-Teresina.  Manuel decidiu se fixar dentro do município de Altos visualizando sua ampliação e mais uma opção aos campomaiorenses que estão em viajem a negócios para Teresina ou simplesmente curtir uma cerveja com picanha. 


O prato principal não poderia ser diferente, o tradicional carneiro na brasa faz o diferencial na casa, servido quente e com o excelente tempero da esposa de Manoel, Dona Rosa. O restaurante atende todos os paladares de quem não aprecia carneiro como a tradicional picanha, galinha caipira e acompanhamentos que tanto os campomaioreneses curtem nos restaurantes da cidade.

Carneiro na Brasa – restaurante tradicional  nos festejos de Santo Antônio

O FILÓSOFO

sábado, 16 de março de 2013

FESTEJOS DE SANTO ANTÔNIO TERÁ SHOW DE LANÇAMENTO NA PRAÇA VALDIR FORTES





A Igreja católica já se prepara para uma das maiores festa religiosas dessa região. É o festejo de Santo Antônio, que nesse ano de 2013 terá uma programação de abertura de 05 a 12 de maio, terminando com o show de um nome nacional da Igreja, na Praça Valdir Fortes.



A Paróquia de Santo Antônio espera mobilizar o mesmo público do show do padre Zezinho, em maio do ano passado, onde mais de 20 mil se emocionaram durante a apresentação do religioso, no lançamento oficial dos Festejos de Santo Antônio 2012.



Os detalhes da programação de lançamento e também dos Festejos de Santo Antônio foram discutidos durante reunião entre o prefeito de Campo Maior, Paulo Martins, e o pároco da Paróquia de Santo Antônio, Paulo Mateus. “Essa programação de lançamento vai servir para mobilizar e preparar o nosso povo para essa festa tão importante para a região”, pontua o monsenhor.





Com informações Portalcampomaior

cidades@cidadeverde.com

O FILÓSOFO

MINISTÉRIO DAS CIDADES ANUNCIA A LIBERAÇÃO DE R$ 8 MILHÕES





O Governo Federal, através do Ministério das Cidades, liberou R$ 8,2 milhões para a pavimentação e qualificação das vias urbanas de Campo Maior. A confirmação aconteceu uma semana após o anúncio da inserção do município no Programa de Aceleração do Crescimento- o PAC-2. 

Segundo o prefeito Paulo Martins, o dinheiro será utilizado para asfaltar algumas ruas do centro e também dos principais bairros da cidade. “O Ministério das Cidades aprovou uma proposta que cadastramos no PAC-2 em julho de 2012. Queremos asfaltar outras ruas que dão acesso ao campus do IFPI que está sendo construído no bairro Fripisa”,ressalta o prefeito.

Serão beneficiados através do convênio com o Governo Federal as avenidas Humberto de Alencar Castelo Branco, Edimar Pinto, Francisco Pedro Barros, Alto Longá, João Cândido, Demerval Lobão, Nilo Santana Oliveira e Avenida Cinco. Também as ruas Lucinho Miranda, Zezinho Andrade, Mestre Miguel, Cônego Gastão Pereira, João Crisóstomo, Capitão Francisco Félix, Francisco Conrado, Capitão Manoel Oliveira, Olavo Bilac, da REFESA, Eulálio Filho, Coronel Costa Araújo, Elesbão Andrade e Zezinho Carvalho.


Da Editoria de Cidades
cidades@cidadeverde.com

O FILÓSOFO

FRANÇA E REINO UNIDO QUEREM FORNECER ARMAS AOS REBELDES NA SÍRIA



 

 

França 'é uma nação soberana', disse o ministro Laurent Fabius.
Cameron indicou que país poderia tomar distância do embargo da UE.

 

Paris e Londres solicitarão antecipar a próxima reunião da União Europeia (UE) sobre o embargo de armas à Síria e, sem uma posição unânime, decidirão fornecer armas unilateralmente aos rebeldes, anunciou o chanceler francês, Laurent Fabius.


França e Grã-Bretanha pedem aos europeus "a suspensão do embargo para que a resistência tenha a possibilidade de defesa", declarou à rádio France Info.

Sem a unanimidade necessária na UE para a suspensão da medida, Paris e Londres tomarão a decisão de entregar armas, já que a França "é uma nação soberana", completou o ministro.

Na terça-feira (12), o primeiro-ministro britânico, David Cameron, indicou que o país poderia tomar distância do embargo praticado pela UE e entregar armas à oposição síria que luta contra o presidente Bashar al-Assad.


A próxima reunião da UE para analisar o embargo está prevista para o fim de maio, mas de acordo com o chanceler francês Paris e Londres querem uma análise antes deste prazo.

O FILÓSOFO

PALESTINOS MATAM 21. ISRAEL REAGE





Atentado suicida, novas incursões israelenses e franco-atiradores
ampliam violência no Oriente Médio
  
Jerusalém - Com um saldo de pelo menos 21 israelenses mortos, entre eles sete soldados, o sangrento conflito israelense-palestino se acelerou de maneira dramática.

Ataques palestinos na Cisjordânia e Gaza e um atentado suicida no sábado, em Jerusalém Oeste, desencadearam esta escalada de violência. Os palestinos respondiam às incursões israelenses realizadas em dois campos de refugiados palestinos na Cisjordânia. Um franco-atirador solitário posicionado em uma colina perto da colônia de Ofra, ao nordeste de Ramallah, disparou, por cerca de uma hora, contra um posto de estrada e carros que estavam próximos. Pelo menos dez israelenses, dos quais sete soldados, morreram no tiroteio, segundo fontes militares.


Na Faixa de Gaza, um soldado israelense morreu em um ataque com arma automática perto do posto de Kissufin, em Gaza. Outros quatro soldados ficaram feridos no local.

A Jihad islâmica e as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, grupo armado ligado ao movimento Fatah, reivindicaram, em um comunicado conjunto, o ataque perto do posto de Kissufin, que matou um soldado israelense. Em Ramallah, um policial palestino morreu, atingido por disparos israelenses. Segundo o israelense Ariel Meckel, porta-voz do governo, teria dado ordem às organizações palestinas para lançar uma 'ofensiva terrorista' contra Israel.

No sábado, em um atentado suicida, na saída das sinagogas, em um bairro religioso de Jerusalém Oeste, morreram nove israelenses, entre eles quatro crianças. Mais de 50 pessoas ficaram feridas.

O FILÓSOFO

FIM DO EMBARGO DE ARMAS CONTRA SÍRIA DIVIDE EUROPEUS




No dia em que revolta contra Assad completa dois anos, debate sobre dar armamento a rebeldes domina cúpula da União Européia. Apesar da pressão da França e Reino Unido, consenso parece distante.

A revolta para derrubar o ditador Bashar al-Assad completou seu segundo ano nesta sexta-feira (15/03). E os líderes da União Européia, reunidos em Bruxelas, continuam sem um acordo sobre o fim do embargo de armas contra a Síria, que, segundo defendem a França e a Reino Unido, daria mais força aos rebeldes. Uma saída para o impasse parece ainda distante, e a paciência de britânicos e franceses, vai se esgotando.

 Rebelde na Síria, onde o conflito armado entrou no terceiro ano
Durante a reunião, o presidente francês, François Hollande, não mediu palavras para defender seu ponto de vista. E, questionado o porquê de fazê-lo justo agora, respondeu: "Porque esse drama já dura dois anos, o número de vítimas crescerá e porque as tentativas do enviado [especial da Liga Árabe e da ONU] Lakhdar Brahimi não encontraram solução política".

O argumento de Hollande e do primeiro-ministro britânico, David Cameron, é de que o embargo acaba favorecendo Assad, que, por trás dos panos, continuaria recebendo armas de Rússia e Irã. O tema não estava na agenda oficial da cúpula, mas acabou alçado a primeiro plano pela pressão franco-britânica. E, uma vez em debate, ficou claro que é controverso e divide os países-membros.

"Eu sou contra. Acho que não se pode chegar a uma solução para um conflito entregando armas. Isso vai apenas levar a outra parte a também dar mais armamentos", argumentou o chanceler federal da Áustria, Werner Faymann.


Oposição alemã
Já a chanceler federal alemã, Angela Merkel, foi mais contida, mas não deixou de expor sua oposição ao fim do embargo. "Tenho uma série de reservas sobre armar a oposição, pois é preciso se perguntar se, fazendo isso, não se estará contribuindo para a intensificação do conflito", questionou.

Muitos temem também que as armas acabem caindo em mãos erradas, como as de terroristas. Merkel parece já ter dito tudo que queria. E Paris e Londres dão impressão de que também não quererem colocar suas ideias imediatamente em prática. O assunto vai voltar à pauta na próxima semana, na reunião de ministros do Exterior da UE, em Dublin.

Independente do que aconteça, a iniciativa isolada, em si, já irrita muitos, independente de como vá prosseguir a história. Quer a UE encontre uma linha comum, quer não, a França e o Reino Unido deixaram clara sua independência em questões de política externa. O primeiro-ministro da Finlândia, Jyrki Katainen, não escondeu a decepção.

"Nós nos esforçamos durante longo tempo na União Européia para ter uma política externa e de segurança comuns. E espero que possamos fortalecer essa política externa comum com uma posição comum sobre a Síria", disse.


A presidente lituana, Dalia Grybauskaite, também percebe essa "dissonância" européia em relação à Rússia, um dos países que fornecem armas ao regime sírio. As relações com Moscou também foram assunto deste segundo dia de cúpula. Referindo-se à questão dos direitos humanos na Rússia, Grybauskaite apontou dupla moral por parte dos europeus, que estariam sendo mais brandos com os grandes países do que com os pequenos, "pouco importantes".

"Se fizermos isso, estaremos permitindo à Rússia fazer coisas que normalmente não aceitamos. Não podemos fazer deduções de nossas posições políticas e permitir que grandes potências como a Rússia sejam exceção", pleiteou.

A UE está também dividida sobre o orçamento para o período 2014-2020. Pela primeira vez na história, o Parlamento Europeu teve que dar o seu voto, depois de rejeitar o orçamento enxugado a que chegaram os chefes de Estado e governo, após longos debates. Cameron, que foi um dos que mais defendiam os cortes orçamentários, agora se mostra satisfeito. "Nós reduzimos o limite do cartão de crédito, e é assim que vai ficar", declarou.

O FILÓSOFO

ADOLECENTES






Acho interessante falar de algo que deveria ser muito simples e é extremamente complexo, ou pelo menos, parece ser muito complexo. O adolescente quer ser um adulto em miniatura. O engraçado é que muitos realmente são. Alguns não sabem o que querem. Não sabem por que querem. Só sabem que querem. E querem rápido. Vivem sobre pressão, sobre cobranças no âmbito familiar. Tem que ir bem na escola. É nessa fase de conseguem o primeiro emprego. Os pais começam a traçar rumos para eles seguirem. Não são compreendidos quase nunca. Todos pensam que eles são os donos da razão. Mas, na maioria das vezes, precisam só que alguém consiga provar para eles que eles estão errados.



A pior parte de ser adolescente é não saber qual o seu papel, porque está aqui. O que deve fazer, quando fazer e como fazer. Qual curso escolher? Como agir com os pais?

Que namorado (a) ter? Para onde viajar? É nessa fase que todas as dúvidas possíveis surgem.



Acredito que a maioria dos adolescentes não saiba qual o seu verdadeiro papel, porque não escrevem sua história. Vivem pelos rumos que seus pais traçam. E muitas vezes apesar de pensarem que estão fazendo escolhas, estão indo para rumos que seus pais já previam. Não quero dizer que isto seja errado, apenas digo que muitos acabam por não fazer o que realmente gostam ou tem vocação por influencia.






E quanto à vida? Quando criança, não se pode fazer muito, é brincar e brincar. Afinal, não se tem muita liberdade não é. Quando adulto, vem a família que provavelmente deverá se constituir, logo, deverá ter um trabalho e nada de muita diversão. E na terceira idade deverá descansar. Afinal, a vida, apesar de parecer longa, é muito curta. É na adolescência que tem-se a oportunidade de sair, viajar, conhecer lugares, descobrir coisas novas. Conhecer pessoas!



É na adolescência que devemos cometer os erros, é nela que devemos aprender muito, para não chegar na fase adulta errando sempre. Digo sempre, porque erros sempre ocorrem, desde quando somos crianças até quando somos idosos.



Falar de adolescente é muito complexo. Mesmo que discorresse milhares de folhas seria muito pouco. Todo adolescente quer ser independente. Muitos nem sabem o que é independência. Apenas imaginam. Muitos nem sabem o que é liberdade, vivem sufocados. Ainda não consegui entender o processo de libertação das pessoas, como já disse inúmeras vezes vivemos presos em um sistema do certo e do errado. E quando adolescentes, vivemos em um sistema similar, só que com nossos pais, eles nos impõe o certo e o errado.






Mas será que nossos pais sempre acertaram? Os pais que exigem tanto dos filhos nunca erraram? Na verdade acredito que esse medo de que erremos seja porque não querem que agente cometa os mesmos erros que eles. Eles não entendem que isso é falho. Que cada pessoa deverá errar para aprender. Que quando somos crianças só aprendemos a andar porque caímos várias vezes. Que só descobrimos o que é “queimar” quando nos queimamos. Que só sabemos o que é frio, porque já sentimos frio. Não entendem que nem tudo pode ser ensinado com dizeres e imposições.



Acredito que a principal causa de muitos adolescentes se tornarem dependentes de drogas, álcool , cigarro, entre outros é a falta de estrutura familiar. Isso é um fato. Quando digo dependente, quero dizer a pessoa que não vive sem beber ou fumar, não me refiro a jovens que bebem ou fumam “socialmente”. Os pais se preocupam tanto em impor coisas que os filhos querem saber porque aquilo é proibido, quando não obtém respostas resolvem experimentar. É ai que muitos se tornam dependentes. Os pais não vêem que devem preparar seus filhos para enfrentar situações adversas e não impor um monte de comandos para que executem.




Nenhum adolescente é um computador, onde você instala programas, dá ordens e ele as executa com perfeição. Pelo contrário. Por isso muitas meninas se tornam mães cedo. Porque seus pais não aceitam o namoro com 14 ou 15 anos. Se ela quiser namorar com 10, qual o problema? Melhor saber que ela está namorando do que ela namorar escondido. É ai que está o problema. Ai que muitos pais pecam. Posso estar totalmente equivocado. Mas estou convencido de que os pais deveriam repensar mais seus atos. Não é muito melhor saber com quem seus filhos andam/namoram do que proibi-los de algo que não podem controlar?




Quem nunca ouviu falar de um amigo ou colega que se suicidou? Será que todo mundo pensa que isso é porque a pessoa simplesmente cansou de viver? Não percebem que quem tira uma vida ou tenta algum tipo de fatalidade consigo mesmo está apenas gritando por socorro? Que há algo angustiando tanto essa pessoa e que ela só vê na morte a solução para sua dor? Que ela não entende que a morte não alivia dor alguma, pelo contrário, ela multiplica a dor. Multiplica porque a família toda sente a mesma dor.



Como eu disse a maioria das pessoas não vive, elas apenas existem. Cabe a cada um fazer escolhas, tomar rumos. A vida é muito breve e só cabe a nós aproveitá-la da melhor maneira possível. Devemos ser a mudança que queremos ver no mundo. Quando a gente muda, o mundo muda. Não tem como mudar do dia para a noite, mas é a partir de pequenas mudanças todos os dias que atingimos enormes objetivos. Somos os seres mais imperfeitos do mundo. E cabe a nós corrigir nossos erros para nos tornarmos pessoas mais felizes!


O FILÓSOFO

sexta-feira, 15 de março de 2013

CAPRILES AFIRMA QUE MADURO É "IMITAÇÃO RUIM" DE CHÁVEZ





O candidato presidencial opositor da Venezuela, Henrique Capriles, afirmou nesta quinta-feira que seu rival nas próximas eleições e atual presidente interino do país, Nicolás Maduro, é o candidato do presidente cubano, Raúl Castro, e uma imitação ruim de Hugo Chávez.

"Nicolás é o candidato do senhor Raúl Castro", indicou Capriles em uma entrevista ao canal privado "Globovisión".

Em seguida, Capriles disse que os venezuelanos não querem "a ingerência de nenhum fator externo, nem do norte nem do governo de Cuba".


"Nós não vamos entregar nosso país a qualquer interesse estrangeiro, seja qual for, nem aos Estados Unidos nem a Cuba", se comprometeu o governador do estado Miranda, que se desligou recentemente de seu cargo para concorrer ao pleito do próximo dia 14 de abril.

O Poder Eleitoral venezuelano convocou para essa data eleições antecipadas depois que o presidente Chávez morreu no último dia 5 após um câncer que lhe afligiu por quase dois anos.


Em dezembro, antes de viajar a Cuba para passar pela sala de cirurgia, Chávez indicou Maduro como seu sucessor político.

No entanto, Capriles - que foi derrotado em outubro pelo falecido governante - considerou que Maduro não pode ser comparado com seu mentor político.

"Se você botar uma capa no Batman, ele não voará como o Superman. São duas coisas totalmente diferentes. As imitações ruins não vão para nenhum lado", sentenciou o opositor.

O FILÓSOFO

BRASIL MANTÉM 85ª POSIÇÃO NO RANKING DO IDH DA ONU

apesar da estagnação no ranking, ONU afirma que País mudou padrão histórico em muito pouco tempo


O Brasil manteve o 85º lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano preparado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, posto apresentado desde 2007. O índice obtido foi de 0,730, em uma escala que vai de 0 a 1. Com essa nota, o País permanece no grupo de Desenvolvimento Humano Alto.

Apesar da estagnação refletida no ranking, integrantes do PNUD capricharam nos elogios feitos ao desempenho do País nas últimas décadas. "O País mudou o padrão histórico em muito pouco tempo e é reconhecido por isso", afirmou o coordenador residente do sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek. 


O IDH é calculado com base em indicadores de renda, educação e longevidade, ou seja, saúde. Os dados revisados para 2011 atribuem ao Brasil o índice 0,728. A Noruega, primeira colocada no ranking, chegou a 0,955.

O PNUD reconheceu que utiliza em seu trabalho dados menos atualizados que os do governo brasileiro - motivo de críticas oficiais no passado. Se os dados mais recentes tivessem sido utilizados, o IDH seria mais alto: 0,754. 


O Brasil aparece 137 vezes nos textos, gráficos e tabelas do relatório - um recorde desde a primeira avaliação do PNUD, feita em 1990. Uma das razões desse destaque é o próprio enfoque do trabalho, centrado no crescimento econômico dos países em desenvolvimento e nas consequências sociais do fenômeno. O título do relatório é "A ascensão do Sul - progresso humano em um mundo diverso".

Entre 1990 e 2012, praticamente todos os países tiveram melhoras em seu IDH. Mas o Brasil aparece em um grupo de 40 nações que, no período, apresentaram desempenho "significativamente superior" ao previsto, dada sua condição em 1990. Na mesma categoria estão China, Índia, Coreia do Sul, Turquia e México, entre outros.



Para os autores do relatório, o que explica a performance superior de alguns países nas últimas duas décadas são fatores como "Estado desenvolvimentista proativo, aproveitamento dos mercados mundiais e inovações em políticas sociais". 







Educação e saúde
O desempenho na área social foi o principal impulsionador dos avanços do Brasil: o País teve melhoras mais significativas na educação e na saúde que na renda média de sua população.

De 1990 a 2012, entre os 15 países que mais reduziram seu "déficit de IDH" (distância em relação à pontuação máxima), estão Brasil, Argélia e México, "apesar de sua renda per capita ter crescido, em média, apenas entre 1% e 2% ao ano".

O desempenho econômico não tão forte desses países foi compensado, de acordo com o relatório, pela "primazia nos investimentos estatais (...) em saúde, educação e nutrição". 


No caso da educação no Brasil, os pesquisadores detectaram uma melhora "espetacular". Citaram o fato de o País ter apresentado, entre 2000 e 2009, o terceiro maior "salto" de pontuação em matemática nos testes do Pisa, programa internacional de avaliação do desempenho de estudantes. Como deflagrador desse avanço, o relatório cita a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), em 1996, que estabeleceu um piso nacional de gastos por aluno e ampliou os investimentos em ensino nas regiões mais pobres do País.

O Brasil também ganhou elogios por ter reduzido a desigualdade entre seus cidadãos, graças "à criação de um programa de redução da pobreza, à extensão da educação e ao aumento do salário mínimo". 


O relatório destaca o fato de o Bolsa Família - "versão otimizada do Bolsa Escola", programa criado em 2001 - ter alcançado mais de 97% de sua população-alvo em 2009. Como resultado, além da redução da pobreza, observou-se um fenômeno de "empoderamento das mulheres", já que elas têm prioridade no recebimento dos cartões magnéticos para a retirada do benefício.

O FILÓSOFO

HABEMUS PAPA





Se há uma palavra que descreve o papa é “simplicidade”. É assim que diz a escritora Francesca, uma das autoras do livro “El jesuita”, que fala da vida de Jorge Bergoglio. “Ele vivia num fundo de um quartinho da catedral de Buenos Aires. Não imagino vivendo rodeado de luxo, no Vaticano”, diz.

A autora diz que, na juventude, Bergoglio dançava milonga, um ritmo acelerado do tango, e chegou a ter uma namorada antes de abraçar a vocação pastoral. Hoje, Amália disse que ouviu de Bergoglio:

“Se você não se casar comigo, me tornarei padre.”

 A irmã, Maria Elena Bergoglio, disse que não acreditava e tampouco queria que Bergoglio se tornasse papa, porque considera esse um caminho solitário.



A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, cumprimentou nesta quarta-feira (13) o seu compatriota Jorge Bergoglio , o primeiro latino-americano a ser eleito papa na Igreja Católica .

"É nosso desejo que tenha, ao assumir a condução e guia da Igreja, uma frutífera tarefa pastoral desempenhando responsabilidades tão grandes para com a justiça, a igualdade, a fraternidade e a paz da humanidade", disse a mandatária em carta publicada em sua conta na rede social Twitter.


Como todo argentino, o Papa Francisco ama futebol.

“É torcedor fervoroso do San Lorenzo, mas não freqüentava o estádio”,

Diz o sócio do clube, que exibe, com orgulho, as fotos do papa na primeira comunhão de um grupo de meninos.

Como jesuíta, Bergoglio fez dois votos: não aspirar cargos importantes e obedecer ao papa. “Prevaleceu o segundo, porque chegou ao Vaticano por convocação do papa”, diz o vice-provincial Andres Aguille


Na década de 1970, durante a ditadura militar argentina, Bergoglio era a principal autoridade da congregação do país. Um jornalista o acusou, em um livro, de ter dado informações que resultaram na detenção de dois padres jesuítas que supostamente teriam ligações com grupos de esquerda. Em sua defesa, Bergoglio disse que há um documento que prova que, ao contrário, ele pediu oficialmente a renovação do visto de permanência na Argentina de um deles, Francisco Jalics, de origem húngara. Já o biografo do papa, Sérgio Rubin, diz que ele agiu secretamente para ajudar a retirar perseguidos políticos da Argentina, arrumando papéis e pessoas para ajudá-los a atravessar a fronteira.

Apesar dos rumores, o Papa Francisco tem posição semelhante ao antecessor, Bento XVI, e é contra o uso de preservativos.

Uma etapa da formação de Bergoglio foi no Colégio El Salvador, da Companhia de Jesus. Ele chegou a morar no lugar duas vezes. A primeira, em 1966, antes de ser ordenado sacerdote. A segunda, antes de se tornar bispo, em 1969. Ele deu aulas de literatura para o segundo grau. Foi capelão e tutor de alunos.

Hoje, nas classes, o novo papa era a inspiração dos estudantes. Francisco brinca:
“Se Bergoglio virou papa, por que não eu?”.

                                                                                                                          O FILÓSOFO

PATO NÃO TEM LESÃO GRAVE E RECEBE AVAL MÉDICO PARA JOGAR JÁ NESTE SÁBADO



 

 

Atacante passou por exames nesta quinta-feira e dores na coxa direita não preocupam médicos. Contudo, por conta de seqüência de jogos, atacante pode ser preservado.

 

Não passou de um susto a dor na coxa direita que tirou o atacante Alexandre Pato da partida contra o Tijuana na quarta-feira. O departamento médico do Corinthians realizou exames na manhã desta quinta e não detectou nenhuma lesão grave no jogador.

"Ele não tem lesão nenhuma. Só um um edema leve, mas nada que preocupe. Está liberado para os treinos de hoje (quinta) e do ponto de vista médico tem condições de jogar já no sábado", disse Julio Stancati, um dos médicos do Corinthians.

Mesmo com o aval médico, Tite pode preservá-lo da partida deste sábado contra a União Barbarense por precaução. O atacante tem 11 jogos seguidos no ano e as dores que sentiu contra o Tijuana podem ter servido de alerta. Pato não tinha uma seqüência tão longa de jogos desde 2009 no Milan. No Corinthians foram seis jogos como titular e cinco entrando no segundo. 

"Agora é a parte técnica. Tite é quem vai decidir se ele joga. Ele não está vetado pelo departamento médico, não", completou Stancati. 

Outro médico do Corinthians, Guilherme Runco, disse na quarta-feira, antes dos exames, que o histórico de lesões musculares de Pato preocupa e por isso sua presença na partida deste sábado não seria recomendável. 

O FILÓSOFO