.

.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

PAPA FRANCISCO TOMA POSSE DA CÁTEDRA DE BISPO DE ROMA





O papa Francisco tomou posse neste domingo da cátedra de bispo de Roma em uma abarrotada Basílica de São João de Latrão, a catedral da capital italiana, em cerimônia que foi precedida pela dedicatória a João Paulo II, em uma praça próxima ao templo.


Antes de completar um mês de sua escolha como pontífice em 13 de março, Jorge Mario Bergoglio tomou posse da Diocese romana, da qual é titular em qualidade de pontífice, em cerimônia na qual também participaram o vigário de Roma, Agostino Vallino, e o vigário emérito Camillo Ruini.

O papa levou a cruz pastoral de João Paulo II, que antes tinha pertencido a Paulo VI, e a mesma mitra e casula brancas com singelas linhas marrons e douradas que usa em todas as cerimônias.
Francisco foi recebido com aplausos pelos presentes e pouco após sua entrada no templo, se aproximou de vários pessoas com incapacidade psíquica e física, aos quais cumprimentou um por um.

A cerimônia em São João de Latrão começou com o rito de posse da cátedra de Roma, representada pela poltrona elevada da época do papa Leão X na basílica patriarcal, e seguiu com o rito da obediência e uma missa.

Durante a cerimônia, o cardeal vigário de Roma, Agostino Vallini, pronunciou a fórmula tradicional para convidá-lo a assumir seu papel de bispo de Roma, na qual lembrou seu papel de pastor do "rebanho de Cristo" e "servo dos servos de Deus".
  

Uma vez que o papa sentou na cátedra como bispo de Roma, começou o rito de obediência por parte de alguns vigários e representantes de diversos estamentos, párocos, frades, freiras e famílias da diocese romana.

Depois presidiu uma missa concelebrada e, durante a homilia, o papa argentino incidiu na misericórdia de Deus. "Um amor tão grande, tão profundo o que Deus nos tem, um amor que não decai, que sempre aferra nossa mão e nos sustenta, nos levanta, nos guia", disse.

E lembrou as dúvidas de São Tomás sobre o que diziam os outros apóstolos que tinham visto o Senhor. O papa ressaltou a palavra "paciência" e disse que Jesus não abandona "o obstinado Tomás em sua incredulidade; lhe dá uma semana de tempo, não lhe fecha a porta, espera".

Também Pedro renegou Jesus por três vezes - lembrou Francisco - "precisamente quando devia estar mais perto dele; e quando toca o fundo, encontra o olhar de Jesus que, com paciência, sem palavras, lhe diz: 'Pedro, não tenhas medo de tua fraqueza, confias em mim'; e Pedro compreende, sente o olhar de amor de Jesus e chora".

E ao falar da parábola do filho pródigo disse que a ele lhe produz sempre uma grande impressão reler a parábola do Pai misericordioso. "Me impressiona porque me dá sempre uma grande esperança".

O papa argentino quis ressaltar outro elemento: "A paciência de Deus deve encontrar em nós o valor de voltar a Ele, seja qual for o erro, seja qual for o pecado que haja em nossa vida". Seminaristas, párocos, cônegos da basílica e outros religiosos acompanharam a missa, assim como fiéis da capital italiana.

Durante séculos, a posse da Diocese romana era precedida pela chamada "cavalgada papal", na qual o recém eleito pontífice atravessava em procissão o centro de Roma até a Basílica de São João de Latrão montado em um cavalo.

Esta tradição foi conservada até o século XVIII e depois começaram a utilizar meios mais cômodos para o pontífice, como as charretes (a partir de Pio XII no século XX) e os automóveis para transportar o bispo de Roma desde o Vaticano até São João de Latrão.

Meia hora antes do início da cerimônia, o papa, em companhia do prefeito de Roma, Gianni Alemanno, assistiu ao ato de dedicatória a João Paulo II em uma praça próxima à basílica, inagurando além disso uma placa com o nome do pontífice polonês, que Francisco aplaudiu e abençoou.

Depois se transferiu no papamóvel a São João de Latrão e no percurso, foi saudado por uma multidão que lançava flores e pedia que o papa abençoasse as crianças.

O FILÓSOFO

CORINTHIANS NAS QUARTAS DE FINAL DO CAMPEONATO PAULISTA




Após 17 longas rodadas, o Corinthians assegurou uma vaga nas quartas de final do Campeonato Paulista. E não precisou de muito para isso.

Jogando com time misto e para o gasto, sem empolgar, o Timão fez 2 a 0 no São Bernardo, neste domingo, no Pacaembu, e pode pensar com maior tranqüilidade na disputa da Taça Libertadores. Os gols de Jorge Henrique, no primeiro tempo, e Guerrero, nos minutos finais, deram a justa vitória à equipe alvinegra. 

Nem tudo é festa, no entanto. O Corinthians teve dois jogadores lesionados: Guilherme Andrade e Fábio Santos. Ambos serão avaliados. 

Guerrero ainda chegou a perder um pênalti (Chicão havia pedido para bater, mas o peruano insistiu e chutou nas mãos do goleiro Wilson Junior). Foi à quarta penalidade desperdiçada pelo Timão no ano, em sete tentativas.

O resultado leva a equipe de Tite aos 32 pontos, oito a mais do que o Linense, primeiro time fora da zona de classificação. O São Bernardo permanece com 17, ainda sob risco de rebaixamento.

O Corinthians volta a campo na quarta-feira, para enfrentar o San José, às 22h (horário de Brasília) no Pacaembu. Pelo Estadual, tem jogo no próximo domingo: contra o Linense, no interior paulista. O São Bernardo recebe o Mogi Mirim também no domingo, às 18h30m, no  ABC.

O FILÓSOFO

terça-feira, 2 de abril de 2013

O ACHADO DE UM SUPOSTO ELO PERDIDO OU A PERDA DE UM SUPOSTO ELO ACHADO?




A NOTÍCIA

O elo perdido dos pioneiros na terra Fóssil de peixe capaz de deixar a água é um duro golpe no criacionismo

A versão impressa da notícia sobre “O Elo Perdido dos Pioneiros da Terra”, assinada por John Noble Nilfore do “New York Times”, veiculada pelo jornal “O Globo”, e em sua versão “online” de 6/4/6, não apresenta qualquer argumentação científica propriamente dita que comprove a existência de um elo entre peixes e animais terrestres.

Cientistas descobriram fósseis de um peixe de 375 milhões de anos que parece ser o elo perdido na evolução de alguns peixes da água para a vida na terra, como os primeiros animais de quatro patas. Além de comprovar uma das mais importantes etapas da evolução, os fósseis são vistos pela ciência como um forte golpe nos religiosos criacionistas, que pregam uma leitura literal da Bíblia sobre a origem e o desenvolvimento da vida.

Sob o gelo, provas do ancestral dos vertebrados

Numerosos esqueletos fossilizados desse peixe foram encontrados no Canadá, a 960 quilômetros do Pólo Norte. A descoberta foi anunciada na revista “Nature”. Os esqueletos bastante conservados para sua idade indicam que o peixe chegava a quase três metros de comprimento. Mais importante ainda, os cientistas observaram traços de uma criatura de transição: um peixe com características que anunciavam a emergência dos animais terrestres — um predecessor de anfíbios, répteis, aves e mamíferos.

O animal tinha barbatanas assemelhadas a membros e deveria andar em terra como de forma parecida com a das focas. Há estruturas primitivas de tornozelos, cotovelos e ombros. O peixe também tinha a cabeça chata, semelhante à de um crocodilo, e pescoço, quadris e outras partes do corpo similares às de animais de quatro patas conhecidos como tetrápodes. O peixe foi chamado de Tiktaalik roseae .
— A origem dos membros provavelmente passou por mudanças que já estavam presentes no Tiktaalik — disse o coordenador do estudo, Neil H. Shubin, da Universidade de Chicago.

O artigo da “Nature” diz que a criatura é claramente um elo entre os peixes e os vertebrados terrestres. — Esse fóssil confirma tudo o que pensávamos sobre a evolução dos animais terrestres. Nos mostra inclusive a ordem em que adaptações importantes ocorreram — disse Jennifer A. Clack, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.
Ela e Erik Ahlberg, da Universidade de Uppsala, na Suécia, assinaram na mesma edição da “Nature” uma análise sobre a importância da descoberta. O mais curioso é que ambos são antigos rivais do grupo de Shubin.

O diretor da seção de paleontologia da Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos, Richard Lane, disse que a descoberta era um marco essencial. — Esta descoberta é como uma Pedra da Roseta dos fósseis e nos levará a uma compreensão profunda sobre a vida — afirmou.

Um ponto destacado pelos cientistas americanos foi o fato de os fósseis serem de uma espécie de transição. Com isso, eles são uma prova concreta contra a crença criacionista de que não existiam formas de transição.

Trata-se, na realidade, de um retorno às especulações análogas que foram feitas no século passado quanto a outro suposto elo encontrado (e posteriormente perdido novamente) entre peixes e animais terrestres, o famoso Celacanto, ou na taxionomia mais erudita aplicada ao “fóssil vivo” Latimeria Chalumnae.

Ao invés de apresentar informações consistentes a favor da tese evolutiva, o artigo apregoa que a descoberta (sobre a qual são dadas apenas escassas informações morfológicas) é vista pela ciência “como um forte golpe nos religiosos criacionistas” que, ainda acrescenta, “pregam uma leitura literal da Bíblia sobre a origem e o desenvolvimento da vida”.

O autor do artigo, dentro de sua ótica de parcialidade, tem como objetivo evidentemente desacreditar os “religiosos criacionistas”, esquecendo-se de que a verdadeira ciência é imparcial relativamente à fronteira entre o natural e o sobrenatural. Ainda mais, o autor induz os leitores a considerar que só é ciência aquilo que é estabelecido em termos da filosofia evolucionista, confundindo ciência com filosofia.

Essa parcialidade do autor, cujo objetivo é evidente, é reforçada no fecho de seu artigo ao afirmar que os fósseis descobertos “são uma evidência concreta contra a crença criacionista de que não existiam fósseis de transição”. Na realidade, a existência de fósseis de transição é que constitui uma crença centenária dos evolucionistas, que desde Darwin não conseguiram encontrar nenhum que merecesse consistentemente ser assim considerado. Daí a propaganda enganosa desse artigo!

VEJAM SÓ AS “PROVAS” APRESENTADAS

1) “Os cientistas observaram traços de uma criatura de transição: um peixe com características que anunciavam a emergência dos animais terrestres”. E atentem para o detalhe que já visa condicionar os leitores relativamente a uma suposta comprovação não mais da evolução de peixe a réptil, mas de toda a chamada cadeia evolutiva [a partir de um elo duvidoso e não comprovado cientificamente]: “um predecessor de anfíbios, répteis, aves e mamíferos”.

2) “O animal tinha barbatanas assemelhadas a membros”, afirmação que de ciência nada tem, mas sim de para-ciência, ou “parecência”!

3) “E deveria andar em terra de forma parecida com a das focas”.

Haja imaginação! O “andar” do celacanto também foi um sonho acalentado, que se desfez ao simplesmente se descobrir que o habitat dos celacantos vivos (com centenas de espécimes já encontrados) está a mais de 180 metros de profundidade.

4) Segue-se a descrição morfológica de partes do animal encontrado, com a indicação de que “Há estruturas primitivas de tornozelos, cotovelos e membros”, sem qualquer conexão com o que seria realmente necessário para uma criatura como essa que está sendo descrita pudesse andar em terra firme. Atentem para o uso do adjetivo “primitivo”, claramente induzindo a idéia da evolução, na tentativa de condicionar os leitores a essa idéia. E como comprovar o que supostamente existiu no decorrer do longo caminho exigido pela evolução entre essas estruturas “primitivas” e as estruturas dos animais terrestres? Dever-se-ia a continuar a esperar a descoberta de uma infinidade de outros elos perdidos?

5) Continua a descrição: “O peixe também tinha a cabeça chata, semelhante à de um crocodilo, e pescoço, quadris e outras partes do corpo similares às de animais de quatro patas conhecidos como tetrápodes”. Novamente a “parecência”! E atentem para a comparação de partes do corpo do fóssil descoberto com as de outros animais. Porque não com as de outros peixes que também têm cabeça chata e outras partes “parecidas” com as dos tetrápodes?!

6) Observem a tendenciosidade da notícia: “A origem dos membros provavelmente passou por mudanças que já estavam presentes no Tiktialik” (nome dado ao peixe encontrado, que em Português já está sendo chamado de “focaré” – um pouco de foca e um pouco de jacaré).

7) Afirma o articulista, sem qualquer esclarecimento “científico”: “O artigo de Nature diz que a criatura (acreditam na Criação?!) é claramente um elo entre os peixes e os vertebrados terrestres. Devemos lembrar que a mesma revista Nature divulgou precipitadamente no início de 2003 o fóssil Microraptor gui como elo entre dinossauros e aves, posteriormente tendo de se retratar. Essa situação repetiu-se no caso mais recente da divulgação pela mesma revista dos trabalhos com células tronco embrionárias desenvolvidos pelo cientista sul-coreano Hwang Woo-Suk e sua equipe. Da mesma forma, a revista National Geographic teve de se retratar da divulgação precipitada do fóssil Archaeoraptor liaoningensis feita em fins de 1999 como elo entre dinossauros e aves.

8) Em continuação, o autor deixa-se trair com a afirmação: “Este fóssil confirma tudo o que pensávamos sobre a evolução dos animais terrestres”. Realmente, elo entre peixes e animais terrestres, e a própria macro evolução, existem apenas em pensamento!

9) Antigos rivais compartilham da importância da descoberta, o que é bastante indicativo do abalo que a estrutura conceitual evolucionista vem sofrendo em face do avanço verificado no âmbito do “Design Inteligente”. Quando há perigo à vista até rivais se unem em desespero!

10) Mais reservadamente, o Diretor da Seção de Paleontologia da Fundação Nacional de Ciências dos EUA, menciona o articulista, “disse que a descoberta era um marco essencial”. Tudo bem, aguardemos um exame mais científico da descoberta, que poderá deixar sua marca da mesma forma que o celacanto!

11) O autor encerra seu artigo com a declaração de que a descoberta “nos levará a uma compreensão profunda sobre a vida” De fato, quando acontecer o mesmo que aconteceu com o celacanto concluiremos que a compreensão mais profunda da vida situa-se no âmbito da estrutura conceitual criacionista, que aponta para o Criador da vida.

12) Não poderia deixar de ser destacado pelo autor que os cientistas que aceitam a estrutura conceitual evolucionista consideram o fóssil como “uma espécie de transição”. Na realidade, a alternativa científica que não foi mencionada é a que já foi aceita de há muito com o estudo procedido a respeito do ornitorrinco – uma forma “mosaica”. A esse respeito, leia o que cientistas criacionistas dizem sobre a questão “Formas-Mosaico ou Formas de Transição”:


“Na discussão sobre a possibilidade de formas evolutivas intermediárias, deve-se discernir cuidadosamente noções descritivas e interpretativas. Os seres vivos que reúnem características de diversos grupos são qualificados como formas-mosaico ou formas de transição. Estes conceitos devem ser entendidos como descritivos e não dizem nada sobre a relação de origem. Se as formas-mosaico forem interpretadas como de transição filogenética entre esses grupos, usamos o conceito de “elos de ligação” ou “formas de transição”. As formas-mosaico como, por exemplo, a “ave” primitiva (Archaeopteryx) não podem ser automaticamente avaliadas como formas evolutivas de transição; em muitos casos, isto nem sequer é possível (por exemplo, com o ornitorrinco)”.
O FILÓSOFO

domingo, 17 de março de 2013

ANTIGOS TITULARES RESOLVEM E "MISTÃO" DO CORINTHIANS BATE A BARBARENSE





Se não foi a exibição convincente da última quarta, o jogo deste sábado ao menos serviu para manter o técnico Tite atento aos seus reservas. Com um time misto, o Corinthians dominou a União Barbarense e contou com Douglas, Jorge Henrique e Emerson, velhos conhecidos da torcida, para vencer por 3 a 0, resultado que só não foi mais amplo porque Chicão perdeu um pênalti.

O resultado aproxima os atuais campeões mundiais, agora com 21 pontos, do grupo dos quatro melhores do Campeonato Paulista. Já a União Barbarense segue com apenas seis, na vice-lanterna e extremamente ameaçada pelo rebaixamento.


Corinthians 3 x 0 União Barbarense - 3 vídeos

Foi o primeiro jogo de uma sequência que o Corinthians terá no Estadual. Depois de semanas movimentadas com os quatro primeiros jogos da Libertadores, o clube só volta a defender seu título continental no início de abril. A “folga” serviu para Tite dar descanso aos titulares mais desgastados e escalar um “mistão” neste sábado.

Do time considerado ideal, só Gil, Fabio Santos e Ralf estiveram em campo. O restante da escalação foi composto por jogadores experientes como Chicão, Douglas e Emerson, que tinham como missão manter o nível apresentado na última quarta, quando o Corinthians deu olé e vence o Tijuana por 3 a 0.


Os novos reservas não fizeram feio. Sob os olhares de companheiros como Alexandre Pato, que acompanhou a partida das tribunas com a namorada Barbara Berlusconi, o Corinthians sobrou em campo durante toda a partida, muito por conta da fragilidade do rival.

A União Barbarense entrou em campo disposta a segurar os donos da casa. Além de escalar três zagueiros, o técnico Moises Egert ainda recuou os dois alas, os outros quatro homens do meio-campo e deixou Caihame sozinho no ataque para uma eventual chance isolada.

O que mais atrapalhou o Corinthians, porém, foi a violência do time visitante. Emerson e Jorge Henrique foram os que mais sofreram com as seguidas faltas da Barbarense. O árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro por vezes deixou o jogo seguir, demorou a dar os primeiros cartões amarelos e chegou a irritar a torcida.

Só que o público presente no Pacaembu não tinha muito do que reclamar. Mesmo sem oito titulares, o Corinthians foi competitivo, dominou a partida e esteve no ataque a maior parte do tempo. Sua primeira chance veio logo aos 2 minutos, com Romarinho chutando fraco de dentro da pequena área após uma jogada aérea.

As bolas alçadas, aliás, foram a grande arma do Corinthians, que trabalhou bastante nas duas laterais. Emerson, Fabio Santos e Douglas apareceram especialmente inspirados pela esquerda, mas os alvos eram baixos demais, e a zaga da Barbarense conseguiu afastar o perigo na maioria das vezes. Pelo alto, só Gil assustou o time visitante, mas mesmo assim sem grande perigo.

O intervalo veio e com ele a chuva fina, que acabou deixando o jogo mais rápido. O Corinthians começou a etapa final com a mesma intensidade dos primeiros 45 minutos, mas logo de cara mostrou mais precisão na finalização.

Aos 8 minutos, as duas principais armas do time no jogo fizeram a diferença: lançado na direita, Emerson cruzou (desta vez rasteiro) e encontrou Douglas livre no meio da área. Com categoria, o camisa 10 completou para o gol e fez seu primeiro no ano.


O gol, como não poderia deixar de ser, animou a torcida. Em desvantagem, a União Barbarense teve de sair para o ataque e acabou dando espaços para Jorge Henrique e Emerson, que arrumaram um bom espaço pela direita. Deu tempo de Douglas perder um gol e da dupla distribuir mais alguns dribles antes da equipe interiorana reforçar o setor.

Com o domínio do jogo e um adversário que não criava perigo no ataque, o Corinthians passou a administrar o resultado. Depois de gritar por uma goleada, o público de quase 21 mil pessoas no Pacaembu pareceu ficar satisfeito com dribles eventuais e um ou outra jogada de perigo.

Só as entradas de Renato Augusto e Paulinho deram algum ânimo ao time. Com mais gás, o volante chegou a perder boa chance no ataque por volta dos 35 minutos. Aos 40, Gil foi segurado na área e o árbitro marcou pênalti. Chicão, de novo batedor oficial do time, foi para a bola e perdeu, repetindo o erro que Emerson havia cometido há exatamente uma semana, contra o Ituano.


Jorge Henrique redimiu um pouco o zagueiro minutos depois. No contra-ataque, Emerson fez boa jogada pelo meio e a bola sobrou para o companheiro, que bateu firme. A bola desviou no zagueiro, enganou o goleiro e foi parar no fundo da rede. Derrotada, a Barbarense desfez a retranca e abriu espaços demais para o Corinthians, que só aproveitou. 

Já nos acréscimos, Renato Augusto recebeu dentro da área a pós uma confusão da zaga e, de frente para o goleiro, esbanjou categoria com um toque por cobertura, marcando seu primeiro pelo Corinthians e decidindo o placar final.

Agora, o Corinthians se prepara para ir até Piracicaba enfrentar o XV, que também briga para não cair, na próxima quarta. Até lá, Tite e sua comissão farão uma nova avaliação física para saber se promovem, ou não, o retorno dos demais titulares.

O desfalque certo é Paulinho, que viaja para jogar pela seleção brasileira. Guerrero também estaria na mesma situação, mas o Corinthians pediu sua liberação de um amistoso com o Peru e ainda aguarda resposta.

O FILÓSOFO

"O CARNAVAL ACABOU", DIZ PAPA AO RECUSAR CAPA DE BENTO XVI



 

 

Comportamento do cardeal Bergoglio indica que a era do "papa-rei na corte do Vaticano" acabou.

 

Os primeiros três dias de pontificado do papa Francisco já deram ao mundo uma amostra do que vai ser ter um sacerdote jesuíta pela primeira vez na história como líder dos 1,2 bilhão de católicos no mundo. Minutos após o resultado da eleição no conclave ter sido declarado na Capela Sistina, um funcionário do Vaticano chamado de Mestre de Cerimônias ofereceu ao novo papa a tradicional capa vermelha decorada com pele que o seu antecessor, Bento 16, usava com orgulho em cerimônias importantes.

“Não, obrigado, monsenhor”, teria afirmado o papa Francisco. “Você pode vesti-la.

O Carnaval acabou!”, disse.

Esse foi apenas um pequeno sinal de muitos nestes dias de que, como comentou um dos mais ácidos colunistas italianos, Massimo Franco, do jornal “Corriere Della Sera”, “a era do papa-rei e da corte do Vaticano acabou”. Era só olhar os rostos chocados de muitos dos membros da corte quando perceberam de repente o significado do que havia acontecido e entenderam que aquilo realmente havia acabado.

Papa Francisco também criticou seu apartamento no Palácio Apostólico: grande demais

 
Outro momento da verdade ocorreu quando o papa Francisco quebrou os lacres do Apartamento Papal no Palácio Apostólico para tomar posse de sua nova casa.

Funcionários do Vaticano se ajoelharam e se curvaram quando o arcebispo George Gaenswein, secretário do agora papa emérito Bento 16 e ainda chefe da casa pontifícia, procurava o interruptor de luz enquanto o papa observava imóvel a cena, na penumbra. “Há espaço para 300 pessoas aqui”, ele teria dito.

“Eu não preciso de todo esse espaço.”

Nomeações
O novo papa ainda não deu nenhuma indicação de sua escolha para o segundo cargo na hierarquia do Vaticano, o de secretário de Estado. Claramente os cardeais e monsenhores italianos que gerenciavam o Vaticano durante o pontificado de Bento 16 gostariam de ser mantidos em seus cargos (todos os altos cargos do Vaticano expiram quando há um posto vacante na Santa Sé). Mas muitos ficarão desapontados. 

O papa Francisco espera fazer suas nomeações em seu próprio ritmo e em seu próprio tempo, e deve fazer mudanças significativas em questão de semanas, conforme a lenta burocracia do Vaticano avance. O que vem fascinando os vaticanistas é que o novo papa não tem um secretário ou assessor pessoal que o siga em todos os lados como George Gaenswein fazia com Bento 16. 


Poucas horas após sua eleição, o novo papa escapou do Vaticano em um carro comum para rezar na basílica de Roma onde o fundador de sua ordem rezou séculos antes. E então pediu ao motorista que parasse no hotel para clérigos no centro onde havia se hospedado em Roma antes do conclave para pagar suas contas e tomar seus pertences. No dia seguinte ele novamente deixou o Vaticano, incógnito, para visitar um amigo doente no hospital. 

O FILÓSOFO

NETANYAHU NOMEIA MINISTRO DA DEFESA EM MEIO A "MOMENTO TURBULENTO"



 

Benjamin Netanyahu
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, nomeou Moshé Yaalon, um dos homens destacados do partido direitista Likud, ministro da Defesa neste domingo e destacou a experiência do correligionário para enfrentar um momento considera difícil por ele no Oriente Médio.

"Em um momento tão crucial para a segurança do Estado de Israel, quando tudo está turbulento ao nosso redor, é importante que um homem com a experiência de Moshé Yaalon ostente este cargo", disse Netanyahu ao recebê-lo em seu escritório, em Jerusalém.

Moshé Yaalon
Por sua vez, Yaalon prometeu determinação e afirmou que utilizará sua experiência e seus valores para dirigir o Ministério da Defesa.

Titular de Assuntos Estratégicos, Yaalon é considerado um dos dirigentes mais radicais no seio do Likud. Ele se viu envolvido em polêmicas ao falar dos palestinos como um "câncer", da principal organização pacifista de Israel, Shalom Ajshav, como um "vírus" e da possibilidade de matar o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

No entanto, o novo ministro da defesa israelense é visto como um dos menos partidários a um ataque ao Irã para frear o programa nuclear do país.

O posto de número dois no Ministério será de Danny Danon, provavelmente o deputado do Likud mais polêmico por suas propostas racistas e antidemocráticas no Parlamento.


"Nosso país enfrenta autênticas ameaças de segurança, tanto ao longo de nossas fronteiras quanto de inimigos mais distantes", destacou Danon em comunicado, no qual disse ter aceitado o posto com "grande responsabilidade".

O até agora titular do Meio Ambiente, Gilad Erdan, passará à pasta de Defesa Civil e Comunicações, a integrar o gabinete político e de segurança e a liderar o diálogo estratégico com os Estados Unidos.

Outras nomeações podem acontecer ainda neste domingo, em meio a uma "grande tensão no Likud", como colocou na capa da edição de hoje o jornal "Israel Hayom", pela estendida sensação que os pactos de coalizão e a aliança com Yisrael Beiteinu deixaram o partido quase sem assentos de peso no Executivo que tomará posse nesta segunda-feira.

"Netanyahu nos deixou só as migalhas", criticou um dirigente da legenda ao rotativo.

O FILÓSOFO

CHURRASCARIA CARNEIRO NA BRASA




O tradicional carneiro na brasa do proprietário Manuel Doca agora está com novo endereço – ao lado esquerdo da BR – 343, Km 299 sentido Campo Maior-Teresina.  Manuel decidiu se fixar dentro do município de Altos visualizando sua ampliação e mais uma opção aos campomaiorenses que estão em viajem a negócios para Teresina ou simplesmente curtir uma cerveja com picanha. 


O prato principal não poderia ser diferente, o tradicional carneiro na brasa faz o diferencial na casa, servido quente e com o excelente tempero da esposa de Manoel, Dona Rosa. O restaurante atende todos os paladares de quem não aprecia carneiro como a tradicional picanha, galinha caipira e acompanhamentos que tanto os campomaioreneses curtem nos restaurantes da cidade.

Carneiro na Brasa – restaurante tradicional  nos festejos de Santo Antônio

O FILÓSOFO