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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

GOVERNO FOMENTA A SODOMIA NAS ESCOLAS GOVERNO FEDERAL PREMIA ESCOLA QUE ENSINA PARA CRIANÇAS QUE “SER GAY É TER AMOR”.





 
Como tenho dito… não basta apenas a Dilma sair do posto para “consertar” o Brasil… este país encontra-se no fundo do poço da imoralidade…

Com frases como “Ser Gay é ter amor”, ou, “Ser Trans não é problema…”, estes esquerdistas filhos do diabo se alastraram em todas as instituições públicas, e impõem sua doutrinação de ideologia de gênero a todas as faixas etárias da educação escolar… Estão sequestrando a ingenuidade das crianças para as emporcalharem com esta ideologia imunda…

Imagine seu filhinho de 5, 6, 7 anos de idade chegar em casa, e você ao conferir o caderno de atividades, encontra um desenho de dois gays nus, em posições de relação sexual?

É este tipo de “educação” que o Governo quer impor sobre seu filho!

Que venha o juízo de DEUS nesta terra imunda!
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Uma escola do pequeno município de Águas Mornas (SC) foi uma das instituições contempladas, nesta sexta-feira, com a entrega, em Brasília, do Prêmio Direitos Humanos 2015, promovido pelo governo federal, na categoria Garantia dos Direitos da População LGBT. Desde 2013, a Escola de Educação Básica Coronel Antônio Lehmkuhl possui em sua grade curricular o projeto Expressão de Gênero da Infância à Juventude e Faces da Homofobia, em que alunos do 9º ano do ensino fundamental e todo o ensino médio passam por aulas, oficinas, dinâmicas, debates e confecção de cartazes com a temática trans-lesbo-homofobia. As atividades ocorrem nas aulas de Língua Portuguesa, Sociologia e Filosofia.


(Copiado do Jornal Extra)
Fonte: http://www.libertar.in/2015/12/governo-federal-premia-escola-que.html

O FILÓSOFO,
 POETA,
ESCRITOR,
E
Dr. EM TEOLOGIA

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

FELIZ ANO NOVO






  
AOS MEUS AMIGOS, MINHA FAMÍLIA DESEJO UMA VIDA BELA.
MORAR NUMA BOA CASA, ALIMENTAR-SE, TER CARRO DO ANO.
ORAR PELOS QUE SOFREM, E NÃO TEM QUE COMER, MORAM EM FAVELA.
ORAR PELA IGUALDADE, AMOR AO PRÓXIMO, NÃO SER INSANO.

DESEJO PAZ, CRESCIMENTO ESPIRITUAL E EM "JESUS", PENSAMENTO FIXO.
QUE SEUS FILHOS POSSA SER EDUCADOS, SER CIDADÃO, ANTES IR A ESCOLA.
QUE ESTEJA AGUARDANDO O "MESTRE" DEIXANDO DO MUNDO O LIXO.
QUE SUA SAÚDE SEJA UMA BÊNÇÃO, QUE SEJAS PRÓDIGOS EM DAR ESMOLA.

PENSE NOS SINAIS QUE O TEMPO OFERECE, O HOMEM JÁ CHEGOU ATÉ NA LUA.
PENSE NAS IGREJAS SEM AMOR AO PRÓXIMO, IGREJAS QUE JAZ NO MUNDO.
PENSE NA VIOLÊNCIA,  NAS DOENÇAS, TERREMOTOS NO MORADOR DE RUA.
QUE VOCÊ LEIA MAIS A BÍBLIA, QUE SE DEDIQUE MAIS AO BEM, VÁ FUNDO.

FAMÍLIA, AMIGOS "JESUS" ESTÁ VOLTANDO... A  HORA JÁ ESTA PASSANDO...
MARANATÁ... ORA, VEM LOGO SENHOR "JESUS" NÃO ESTE VELHO MUNDO.
FELIZ ANO NOVO IRMÃO, MINHA FAMÍLIA TAMBÉM CONTINUEMOS AMANDO.
ESTEJAM MUITO BEM, É O MEU DESEJO E COM CERTEZA É O MAIS PROFUNDO. 

O FILÓSOFO,
POETA,
ESCRITOR,
Dr. EM TEOLOGIA.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

NATIONAL GEOGRAPHIC FALA SOBRE O FIM DOS TEMPOS



Guerras, fomes, pestes, terremotos… há razões para acreditarmos que estamos próximos do fim dos tempos?

Sim, e não são só os cristãos que acreditam nisto, estamos caminhando para o fim ou já estamos no que JESUS chama de princípio das dores.

O NATIONAL GEOGRAPHIC resolveu exibir o programa “Sinais do Fim dos Tempos” (Omens Of The Apocalipse) que mostra fatos cientificamente comprovados de que há algo errado no mundo e ainda mostra as profecias reveladas há milhares de anos que tenham relações com esses acontecimentos.

A série mostra guerras como a luta da coalização formada por diversos países, liderados pelos Estados Unidos, que tentam combater o Estado Islâmico. O grupo terrorista tem espalhado medo na Síria, Iraque e também na Líbia e na França, ameaçando atacar outros países.

Série de programas relacionam acontecimentos recentes com as profecias bíblicas.

O objetivo do grupo é implantar a Sharia, a lei islâmica que pune com morte todos os infiéis, isso é, todos os não muçulmanos, ou os que não seguem à risca as determinações da religião.

A fome e a miséria também ganham destaque no programa que mostra como milhões de pessoas ainda morrem por falta de comida no mundo. Em “Sinais do Fim dos Tempos” o destaque é para locais como a Hungria, onde os refugiados estão em campos de concentração vivendo em condições precárias, passando muita fome.

Doenças como ebola e dengue também fazem parte do programa, há uma série de enfermidades que matam milhares de pessoas e os médicos não conseguem identificar como surgiram, como foi o caso de infecções repentinas que assustaram os Estados Unidos recentemente.

Mas os temas sobre o fim do mundo não param por aí:

Violência, corrupção, conflitos familiares trágicos e catástrofes naturais também estão na lista e muitos deles estão previstos na Palavra de DEUS.

A série não é inédita, mas cada vez mais se torna relevante e levanta o debate sobre as profecias bíblicas.


O FILÓSOFO,
POETA,
ESCRITOR,
                                                                                                                     Dr. EM TEOLOGIA.

IMPEACHMENT








O Brasil está passando por um momento delicado, diante de um cenário de instabilidade política, corrupção generalizada e recessão econômica. Nunca antes na história desse país tivemos um cenário tão escandaloso como o que agora se vê.

´        O mais recente capítulo dessa crise moral que abala a nação é o possível impeachment da presidente Dilma Roussef. Depois de um jogo de ameaças nada republicano, envolvendo interesses diversos, o presidente da Câmara Eduardo Cunha acatou um dos pedidos contra a Presidente, referente a denúncia das chamadas “pedaladas fiscais”, um tipo de “empréstimo” dos bancos ao governo, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em virtude desse contexto tão nebuloso que pode acarretar a perda do mandato eletivo da Presidente da República, alguns irmãos indagam se, à luz das Escrituras Sagradas, poderíamos, como cristãos, apoiar o impeachment, afinal de acordo com Romanos 13: 1 todas as autoridades foram constituídas por DEUS.

Antes de dar uma resposta teológica a esta indagação, precisamos compreender o que é, de fato, o processo de impeachment.

De plano, é preciso dizer que esta palavra “impeachment” não consta em nossa Constituição Federal. De origem inglesa, a palavra tem o significado de “impedimento” ou “impugnação” contra a autoridade governamental acusada de infringir os seus deveres funcionais. No Brasil, a expressão é usada em referência ao processo que apura crimes de responsabilidade, isto é, infrações político-administrativas.

Nesse sentido, o art. 85 da Constituição de 1988 estabelece que são crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

1º – a existência da União;

2º – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

3º – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

4º – a segurança interna do País;

5º – a probidade na administração;

6º – a lei orçamentária; e

7º – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

De acordo com o constitucionalista PEDRO LENZA, recepcionada em grande parte, pela Constituição Federal de 1988, a Lei n. 1.079/50, que estabelece as normas de processo de julgamento dos crimes de responsabilidade, foi alterada pela Lei n. 10.028/2000, que ampliou o rol das infrações político-administrativas, especialmente em relação aos crimes contra a lei orçamentária.

Ao contrário, portanto, daquilo que apregoa a histeria governista, o impeachment não é um instrumento de golpe político, mas sim um processo legítimo, legal e democrático para a apuração de crimes de responsabilidade do Presidente da República. Cabe lembrar que o mandato eletivo conquistado nas urnas não possui caráter absoluto e inquestionável, mas comporta exceções que ocasionam a perda do mandato, especialmente nas hipóteses de comprovado abuso de poder político, econômico ou dos meios de comunicação.  Com efeito, ainda que excepcional, o impeachment é também outra ferramenta constitucionalmente legítima de desconstituição do poder outorgado PELO POVO. Do contrário, teríamos que considerar a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo igualmente como um meio de golpe;  o que, de fato, é contraditório.

Golpe político consiste em meio antidemocrático da tomada de poder. Enquanto isso, o processo de impeachment garante a legitimidade do poder, concedendo ao acusado o direito ao contraditório e à ampla defesa.

Quanto ao que PAULO escreve aos Romanos no capítulo 13, precisamos ter em mente um princípio bíblico basilar que advém, antes de tudo, das palavras do próprio JESUS:

“Dai a César o que é César, e a DEUS o que é de DEUS”(Mateus 22: 21). Ao comentar essa passagem, FRANCIS SCHAEFFER (p. 208) recorda que JESUS não quis dizer DEUS e César, em uma posição de igualdade, lado a lado; mas DEUS e César, numa posição de superioridade divina.

Ao mencionar Romanos 13 SCHAEFFER enfatiza:

“DEUS estabeleceu o Estado como autoridade delegada; ele não é uma autoridade autônoma. O Estado deve ser um agente de justiça para restringir o mal, punindo o malfeitor, e para proteger os bons na sociedade. Quando ele faz o inverso, não tem autoridade legítima. Ele se torna uma autoridade usurpada e, como tal, se torna ilegal e tirana” (p. 208).

Desse modo, ele propõe que a desobediência civil, às vezes, é uma atitude necessária ao cristão, especialmente quando a lei do Estado destoa da LEI DE DEUS (cf. Atos 5: 19). Ele escreve:

“A certa altura, existe não somente o direito, mas o dever de desobedecer ao Estado” (p. 209).

Todavia, antes de desobedecer ao Estado, a própria Constituição do país estabelece mecanismos de desconstituição daquele que desborda do seu poder. Afinal, nos estados democráticos, a maior autoridade não é o ocupante do poder, mas a própria Constituição.


Ela é a Carta Magna. Logo, temos que a autoridade delegada por DEUS é a própria Constituição. Assim, quando o governante a contraria, caso ela seja justa e em sintonia com A LEI DE DEUS, então o governante está contrariando a autoridade do próprio DEUS, podendo, portanto, ser destituído.

A possibilidade jurídica de impedir a manutenção de governantes corruptos no poder advém, aliás, de pressupostos judaico-cristãos, a par da doutrina bíblica da falibilidade e depravação do homem. JONATAS MACHADO nos recorda que o direito constitucional moderno “tem subjacente a idéia de que nenhum ser humano, tal como nenhuma autoridade política ou religiosa, pode pretender para si um estatuto de infalibilidade. Daí que ninguém pode reclamar o poder absoluto ou uma liberdade absoluta. De acordo com esse entendimento, só DEUS pode reclamar a infalibilidade” (p. 41,42).

Segundo MACHADO, “a defesa de um governo limitado por direitos fundamentais, do princípio da separação de poderes e da existência de controles internos e externos à atuação estadual pressupõe a verdade das afirmações judaico-cristãos da corrupção da natureza humana” (p. 43).

Assim, “o reconhecimento da legitimidade e da necessidade do combate à corrupção, ao arbítrio, à prepotência, à criminalidade, à poluição do ambiente, etc, aí está para demonstrar que o Estado Constitucional parte do princípio de que nem todos os comportamentos humanos são igualmente valiosos e legítimos” (p. 43).

Essa é a razão pela qual os cristãos são convocados a lutar contra os desmandos governamentais e denunciar todo e qualquer tipo de corrupção, seja no Executivo, Legislativo ou Judiciário (Deuteronômio 16: 19, 20; Salmos 82: 2 - 5; Isaías 1: 23), e até mesmo no seio da comunidade cristã, em face daqueles que se afirmam irmãos na FÉ. Nesse sentido, o profeta ISAÍAS vaticinou: 

“Ai dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que escrevem perversidades, para privar da justiça os pobres, e para arrebatar o direito dos aflitos do meu povo, despojando as viúvas, e roubando os órfãos! Mas que fareis no dia da visitação, e da assolação, que há de vir de longe? A quem recorrereis para obter socorro, e onde deixareis a vossa glória, sem que cada um se abata entre os presos, e caia entre os mortos?” (Isaías 1: 1 - 4).


O FILÓSOFO,
POETA,
ESCRITOR,
Dr. EM TEOLOGIA 
 

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

NOVAMENTE DILMA SE OPÕE A ISRAEL



O governo de Israel foi avisado neste domingo (20) que o Brasil estaria rejeitando a nomeação do embaixador Dani Dayan para ocupar o cargo na embaixada israelense aqui no Brasil.

Segundo afirmações do governo brasileiro, o motivo da rejeição seria o fato do embaixador israelense ser um antigo dirigente colono em territórios que o governo brasileiro acredita pertencer aos palestinos. O embaixador vive em um assentamento ocupado por Israel e seu nome não seria bem visto pelos petistas que afirmam que a comunidade internacional também não o vê com bons olhos.

O primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu aprovou a nomeação de Dayan no dia 6 de setembro e agora com a rejeição dele por parte do governo brasileiro, Netanyahu fica em uma situação delicada, pois caso ele resolva nomear outro diplomata, sofreria muitas criticas de grupos ligados ao seu governo.

A decisão do governo brasileiro em rejeitar o nome de Dani Dayan para o posto aqui no Brasil, foi devido a uma forte pressão dos movimentos de esquerda que acusam-no de violar o direito internacional das comunidades palestinas.

Dani Dayan é nascido na Argentina e se mudou para Israel aos 15 anos de idade, hoje com 59 anos ele é formado em economia e empresário no ramo de tecnologia. Entre os anos de 2007 e 2013, Dayan liderou o Conselho do Yesha que cuida dos assentamentos judaicos na Cisjordânia.

Israel considera o Brasil um país estratégico no ramo de negócios aqui na América Latina, mas atitudes do governo de esquerda, vem enfraquecendo cada vez mais essa relação.

A postura do governo Dilma contra Israel já rendeu críticas severas de deputados brasileiros como Marco Feliciano (PSC/SP), que assinou um artigo onde criticava a incoerência petista. Enquanto no Brasil apoia política e economicamente movimentos como o MST, conhecido por suas invasões, no exterior “acostumou-se a flertar com terroristas, ditadores, golpistas, a negociar com governos ditatoriais, dar apoio a facínoras que investem mais em bombas atômicas do que em saúde, educação e infraestrutura para o povo”.

Parece que a presidenta Dilma resolveu declarar guerra diplomática a Israel de fato e isso será muito ruim para nosso país, pois sabemos que as bênçãos vem de Abraão, e o Brasil tem ficado cada vez mais distante dessas bênçãos devido a atitudes de governo petista. Oremos pelo Brasil, oremos por Israel.

O FILÓSOFO,
POETA,
Também
Dr. EM TEOLOGIA

sábado, 26 de setembro de 2015

O SONHO É UM SONHO...





Amigo, você está numa encruzilhada.
Não sabe qual caminho que você vai seguir.
Se estão lhe Criticando? Não pare a jornada,
É difícil, eu sei. Siga o seu ideal até a voz ouvir.

O sonho é um sonho. Você tem um ideal?
Não se detenha, não se preocupe com críticas.
Estamos subindo a montanha, olhe o sinal.
Cristo está voltando. É árdua a luta que praticas.

Vá avante, amigo. A senda é dura, suas aflições
são terríveis. Não pare, não recue. Você vai vencer.
Deus está com você. Ouçamos a voz em nossos corações.

Não se detenha por prazeres que audazes, são medonhos.
Pois você pode por sua vida e salvação a perder.
Se a salvação é seu ideal, para Ele um sonho é um sonho

O FILÓSOFO,
POETA
E TAMBÉM,
Dr. EM TEOLOGIA

A VERDADEIRA FILOSOFIA DO SÁBADO





A teologia da criação lança as bases de um padrão rítmico de ação semanal, que consiste em trabalhar e descansar em DEUS. Porque são aí conceitos antropológicos, as palavras trabalho e descanso ampliam os enunciados do mandamento do sábado, e trazem a tona prioridades, dignidades e idéias que são outras tantas novidades no mundo antigo e ainda desafiam o mundo moderno dos negócios.

O padrão rítmico de ação semanal.

Com a concisão característica dos primeiros capítulos, Gênesis 2: 2 e 3 o apresenta assim:

E, havendo DEUS terminado no dia sétimo sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a SUA obra que tinha feito. E abençoou DEUS o dia sétimo e o santificou; porque descansou de toda a obra que, como Criador, fizera.

Este enunciado, que conclui o capítulo 1 (o capitulo 2 deveria começar no verso 4), afirma que o Criador estabeleceu para o ser humano um padrão rítmico de ação semanal semelhante ao que ele usou na criação, que consiste, basicamente, em alternar seis dias de trabalho com o descanso do sétimo dia. Aí este padrão rítmico de ação semanal surge como algo que foi preparado por DEUS, já na criação, consumando a provisão de tudo aquilo que o ser humano precisa.

O padrão rítmico de ação semanal acha sua motivação na relação de parentesco que as narrativas estabelecem entre o ser humano e DEUS. A relação de parentesco aparece primeiro em Gênesis 1: 26 - 28, na expressão "imagem e semelhança".

(Traduzida na linguagem de hoje como parecido.) Que ela expressa tal relação de parentesco fica claro em Gênesis 5: 1 - 3:

No dia em que DEUS criou o homem, à semelhança de DEUS o fez; homem e mulher os criou, e os abençoou, e lhes chamou pelo nome de Adão (Humanidade), no dia em que foram criados. Viveu Adão cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e lhe chamou Sete.

Ou seja, do mesmo modo que Sete era filho de Adão, a humanidade é filha de
DEUS! É devido ao fato de que o ser humano foi criado como “imagem de DEUS” que se requer dele que tenha um padrão rítmico de ação semanal semelhante ao que DEUS adotou na criação. Trabalhar e descansar dessa maneira faz que o homem se mantenha próximo de DEUS. Pois seguir tal padrão significa trabalhar e descansar como alguém que é “FILHO” de DEUS, ou como alguém que é “semelhante” a DEUS. E denota dar ao trabalho e ao descanso um novo sentido:

Trabalhar e descansar como “imagem de DEUS”.

O que quer dizer trabalhar e descansar como “imagem de DEUS”, segundo a intenção da teologia da criação?


Trabalhar como “imagem de DEUS”.

A teologia da criação fala da criação do ser humano e do encargo dado a este por DEUS de modo totalmente diverso. Gênesis 1: 26 a 28 afirma que DEUS criou o ser humano a sua imagem e semelhança, não para ser seu escravo ou servo de outro homem, mas para ser seu parceiro co-responsável na administração do mundo.

Logo, o ser humano trabalha como “imagem de DEUS” quando acolhe e aproveita devidamente aquilo que lhe foi preparado pelo Criador, e quando realiza a contento as tarefas pelas quais o Criador o tornou responsável - administrar o mundo como parceiro do Criador (Gênesis 1: 26), cuidar das criaturas que o Criador lhe entregou plantas, animais e a mulher (Gênesis 2: 15 a 17), e usar bem o direito de decisão, que DEUS lhe deu, na criação (Gênesis 2: 18 a 23).

Mas Gênesis 1: 26 a 28, DEUS também deu ao ser humano capacidade criativa e liberdade para exprimi-la em um mundo cheio de possibilidades onde lembrar de guardar O SÁBADO, o sétimo dia da criação. Se não fosse assim, o homem não corresponderia quanto a ser “imagem de DEUS” no mundo, nem poderia instalar-se no mundo, fazendo dele seu lar. Isso quer dizer que o homem, como ser aparentado com DEUS, é, à sua maneira, um ser criativo, mas deve-lhe obediência.

E o descanso é o modo que DEUS lhe deu para realizar-se como ser criativo.

Em que sentido o ser humano pode repousar no sétimo dia como “imagem de DEUS”?

Descansar como “imagem de DEUS”

Voltemos a Gênesis 2: 2 — no sétimo dia DEUS “descansou”. Se bem essa expressão sugere um leve antropomorfismo, não convém acentua-lo a ponto de imaginar que o Criador ficou cansado como nós ficamos depois de seis dias de trabalho. Nesse sentido, são oportunas as palavras de Isaías:

28. "Será que vocês não sabem? Será que nunca ouviram falar disso? O Eterno
       criou o mundo inteiro e o governa em todos os tempos. Ele não se cansa, não
       fica fatigado...”.
Isaías 40: 28

Então, o que significa o repouso de DEUS ao qual Gênesis 2: 2 se refere?

Gênesis1 diz:


"E DEUS viu que tudo o que havia feito era muito bom”.
GÊNESIS 1: 28



Logo, “descansou no sétimo dia”. Ou seja, DEUS pode repousar, pois toda a obra estudo aquilo que o ser humano precisa estava consumado. É importante que o seguinte fique claro:

O descanso ao qual se refere o padrão rítmico de ação semanal consiste fundamentalmente em contemplação. Por conseguinte, o homem repousa como “imagem de DEUS” quando contempla, quando descansa no sétimo dia da obra realizada nos seis dias anteriores, e pode sentir satisfação e contentamento porque foram cumpridos com responsabilidade os encargos que DEUS lhe deu na criação.

Em Gênesis 2: 3 está claro:

Foi este tipo de descanso que DEUS abençoou e santificou.

Portanto, este descanso abençoado e santificado foi dado às pessoas que cumprem com responsabilidade tais encargos divinos, qualquer tipo de trabalho. Não foi dado menos para às pessoas que vivem para correr atrás de status, poder e riqueza, ou às que se dedicam exclusivamente a cuidar de si mesmas, de seu conforto, do que é seu e de seu interesse particular. Só pode repousar como “imagem de DEUS” quem trabalha como “imagem de DEUS”, isto é, quem trabalha como parceiro co-responsável de DEUS na manutenção da ordem da criação e está comprometido com o bem-estar de todas as criaturas.

Pelo já visto, ficou evidente que a teologia da criação se refere a um repouso semanal, cujo conceito é muito mais amplo e profundo. O que os trabalhadores modernos mais buscam nos dias de folga, geralmente dedicando-se ao lazer, é um alivio à pressão para produzir e verem-se momentaneamente livres do tirânico princípio da eficiência. Já empresários e executivos buscam, nesses mesmos dias, obter um alívio passageiro às tensões provocadas pela competição selvagem entre empresas.

Se empresários e trabalhadores se dedicassem também a contemplar, em seu dia de folga, a maneira como trabalham as empresas modernas, logo descobririam que aquilo que foi preparado pelo Criador não está sendo acolhido e aproveitado, mas estragado. Convém ressaltar o seguinte aspecto positivo do padrão rítmico de ação semanal:

A qualidade do trabalho determina a qualidade do descanso, e a contemplação no dia de repouso da obra realizada contribui para melhorar a qualidade do trabalho.

Acredito que nenhuma outra visão religiosa, filosófica ou científica, confere uma dignidade tal ao ser humano, ao trabalho e ao descanso como o padrão rítmico de ação semanal da teologia da criação.

O FILÓSOFO,
também
Dr. EM TEOLOGIA

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

ATÉ QUANDO, SENHOR...



 
Senhor, meu Deus, quantos problemas
Eu tenho que enfrentar em minha lida.
Por favor, tire de mim estas algemas.
Evite o suplico, venha agir em minha vida.

Não lhe culpo pelos meus dissabores,
Mas creia, meu Deus, está muito doído.
Não dá mais pra viver com tantas dores.
Perdoa este meu coração  cansado e dolorido.

Não quero chorar, não quero nunca blasfemar.
Mas venha em meu socorro, estou para explodir.
Não aguento, Senhor, preciso de Ti, venha me ajudar.

Sei que pedes para me esforçar, pra continuar,
Mas, Senhor, fale comigo. Eu só quero te ouvir.
Senhor, enquanto não falas, vou obedecer e marchar.

O FILÓSOFO,
POETA 
 E
Dr. EM TEOLOGIA.

IGREJA E SOCIEDADE!!!






Igreja e Sociedade não é um livro aberto e teórico. Ela reflete as vivências e experiências do dia a dia (Pessoal e da Igreja).

Para a maioria e também para mim, a igreja enfrenta uma nova realidade no que se refere a valores e conceitos do que é certo ou errado, nas relações entre os irmãos que as vezes discorda das atitudes de Pastores e da membrasia, em relação a família.

Cabe à igreja o desafio de discernir os reais inimigos desta época.

É preciso acabar com a tendência de ser duas pessoas, uma "lá fora" (onde os membros podem fazer o que bem entendem, com ter seus negócios vinculados ao mundo, a política), outra tendência é "dentro da igreja".

(Onde grupos se fecham e não permite que outros membros se acolham a eles, o desamor impera nas igrejas, acusam irmãos de estarem fora dos princípios de suas doutrinas e já os nomeia de hereges, e sem escrúpulos os joga fora da igreja com descaso, quando JESUS nos ensina que devemos amar até os nossos inimigo).

A famosa síndrome do escorpião.

"Quando a solidariedade desaparece numa igreja consumista, superficial e obcecada por sensações novas, resta ao irmão acuado, sem valores, sem ideais, sem perspectivas e sem esperança, dar uma picada em si mesmo, normalmente na veia".

Receber Cristo é receber tudo o que ELE é.

Encontrei algumas igrejas em casa que recebem o ministério de pregação do Senhor, mas rejeitam SEU ministério de cura. Encontrei algumas igrejas que recebem o SEU ministério de bênção, mas rejeitam o SEU ministério de sofrimento.

Isto é, dão as boas-vindas ao poder da SUA ressurreição, mas rejeitam a comunhão dos SEUS sofrimentos. Encontrei algumas igrejas que recebem o SEU ministério dos  MANDAMENTOS E ENSINO e rejeitam o SEU ministério de ajuda aos pobres e oprimidos, onde escluem seus membros e consideram vil e pecadores, verdadeiros proscritos e mundanos, evitam sua presença, não tem o mínimo respeito e não reconsideram como menbros novamente. Conheci alguns que queriam o SEU ministério de edificar o Corpo, mas rejeitavam o SEU ministério de alcançar o perdido. Receber a Cristo fragmentado desta forma é recebê-Lo em nossos próprios termos. Não é recebê-Lo como ELE é.

Receber apropriadamente e dar as boas-vindas a JESUS CRISTO é receber tudo o que ELE é. ELE é uma Pessoa inteira. Não podemos dizer que queremos uma parte de você, mas não outras partes. A igreja do Senhor é o lugar onde Cristo - o Cristo inteiro - é bem-vindo e recebido.

O FILÓSOFO,
TAMBÉM
Dr. EM TEOLOGIA