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terça-feira, 21 de junho de 2016

O PENTATEUCO



                   


                   NOME E DIVISÕES DO PENTATEUCO

Pentateuco é o nome pelo qual, tradicionalmente, se conhece o grupo dos cinco primeiros livros do Antigo Testamento. Trata-se de uma palavra de origem grega que pode ser traduzida por “cinco estojos”, fazendo referência aos estojos (caixas ou vasilhas) onde, na Antiguidade, se guardavam e protegiam da deterioração os rolos de papiro ou de pergaminho utilizados como material de escrita. Os judeus designam, por sua vez, esses livros com o título genérico de Torah, termo hebraico que, apesar de ter sido traduzido de forma habitual por “LEI”, na realidade, tem um significado mais amplo. Torah, de fato, inclui o conceito de “LEI” e, até com maior propriedade, os de “guiar”, “dirigir”, “instruir” ou “ensinar” (Deuteronômio 31: 9).

O Pentateuco, ainda que se apresente dividido nos referidos cinco primeiros livros da Bíblia, constitui, na realidade, uma unidade essencial. A divisão corresponde a uma época já remota:

Encontra-se na tradução grega do Antigo Testamento, a chamada Septuaginta ou Versão dos Setenta, que data do séc. 3º a.C.. A causa da separação dos livros foi a dificuldade de dispor o texto completo de todos eles em um único rolo, o que seria impraticável por causa do volume excessivo.

Os nomes de origem grega adotados pela Igreja cristã greco-latina como títulos desses cinco livros são os mesmos com que foram designados na Septuaginta. Correspondem respectivamente ao conteúdo de cada um dos textos e consideram cada caso ao destacar um determinado fato ou assunto; assim, Gênesis significa “origem”; Êxodo, “saída”; Levítico, “relativo aos levitas”; Números, “conta” ou “censo”; Deuteronômio, “segunda Lei”.

Quanto à tradição hebraica, limita-se, em geral, à norma de intitular os livros com alguma das suas palavras iniciais:

Ao primeiro chama de Bereshit (no princípio); ao segundo, Shemoth (nomes); ao terceiro, Wayiqrá (e ele chamou); ao quarto, Bemidbar (no deserto) e, ao quinto, Debarim (palavras).

                   O PENTATEUCO E A HISTÓRIA


Característica essencial do Pentateuco (ou Torah) é a alternância de seções narrativas com outras dedicadas a instruir O POVO de Israel e a regulamentar a sua conduta, tanto na ordem ética pessoal e social como, muito especialmente, na religiosa.

Em primeira parte, que abarca todo o Gênesis e até o ca. 19 de Êxodo, predomina o gênero narrativo.

Nessa seção, os relatos se enlaçam ons aos outros somente interrompidos aqui e ali por algumas passagem de caráter normativo (Gênesis 9: 6; Gênesis 17: 9 - 14; Êxodo 12: 1 - 20). De Êxodo 20 em diante prevalecem os textos destinados a estabelecer as normas e disposições nas quais DEUS revela o que quer e espera do SEU POVO. Dessa maneira, desde o impressionante pano de fundo de uma epopeia que vai da CRIAÇÃO do mundo à morte de MOISÉS (Deuteronômio 34: 12), o Pentateuco mostra-se como o depósito da vontade de DEUS manifestada na forma de ensinamentos, Mandamentos e LEIS, cujo objetivo primordial é configurar UM POVO santo, que seja portador fiel perante o resto da humanidade da oferta divina de salvação universal.

                   FORMAÇÃO DO PENTATEUCO


Uma obra complexa, extensa e de grande valor religioso e cultural como o Pentateuco manifesta uma série de particularidades estilísticas, literárias e temáticas que se deve levar em consideração ao se estudar o processo da sua formação.

Em primeiro lugar, há certos textos bíblicos que revelam a existência de fontes anteriores ao próprio Pentateuco, como, p. ex., o chamado Livro das Guerras do Senhor, expressamente citado em Números 21: 14.

Em segundo lugar, achamo-nos diante de uma obra literária rica em conteúdo e complexa em composição, que frequentemente deixa perceber o eco de diversas etapas e distintos narradores. Assim ocorre com as variantes registradas nos dois textos do Decálogo (Êxodo 20: 1 - 17; Deuteronômio 5: 1 - 21); ou com as quatro apresentações do catálogo de grandes festas religiosas israelitas (Leis Cerimoniais) - (Êxodo 23; Êxodo 34; Leviticos 23; Deuteronômio 16); ou com certas histórias, como a da despedida de AGAR e ISMAEL (Gênesis 16; Gênesis 21: 8 - 21) ou com o ocultamento da condição de esposa nos casos de SARA e REBECA (Gênesis 12: 10 - 20; Gênesis 20: 1  - 18; Gênesis 26: 6 - 14). Cada uma dessas narrações oferece detalhes próprios, que a singularizam e a fazem aparecer como relato original e não como mera repetição de um texto paralelo.

Também com respeito ao vocabulário e estilo observam-se, no Pentateuco, numerosos matizes diferentes. Assim, p. ex., em Gênesis, que começa com uma dupla apresentação do relato da CRIAÇÃO (Gênesis 1: 1 — Gênesis 3: 24):
Enquanto que na primeira o CRIADOR é chamado de ELOHIM (forma hebraica usual para designar DEUS), na segunda é chamado de YHWH ELOHIM, expressão traduzida por “Senhor DEUS” na versão de JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA.
 

 
A partir desses relatos e até o momento em que DEUS se revela a MOISÉS no monte Horebe (Êxodo 3: 1 - 15), a alternância dos nomes divinos mantém-se com relativa uniformidade.

Algumas passagens do Pentateuco caracterizam-se pelo seu frescor e espontaneidade (Gênesis 18: 1 - 15); outras, como acontece em Levítico, recorrem a uma linguagem jurídica de grande precisão, para tratar de temas legais ou relativos à pratica do culto de Israel; e ainda há outras (como Deuteronômio) que introduzem cálidos acentos, mesmo ao proclamar A LEI e ao exortar O POVO a obedecer-lhe em devida resposta ao amor de DEUS.

A análise dos indícios mencionados revela que o Pentateuco é o resultado de um processo lento e muito complexo, em cuja origem descobre-se a figura de MOISÉS, o grande libertador e legislador que, com a sua personalidade, marcou o espírito e a história DO POVO de Israel; um processo que se encerra com a coleção formada pelos cinco primeiros livros da Bíblia.

Na formação do Pentateuco há um importante trabalho inspirado, que compila, ordena e redige narrações, séries genealógicas e conjuntos de leis que, durante séculos, haviam sido transmitidas oralmente de uma geração para outra. Nele está contida a herança espiritual que MOISÉS legou AO POVO de Israel, uma herança viva, fielmente transmitida e enriquecida com o passar dos séculos.

Os principais temas e as seções correspondentes do Pentateuco podem ser analisados segundo o esquema seguinte:

1. Desde a CRIAÇÃO do mundo até a genealogia de ABRAÃO (Gênesis 1 — 11).

2. A história dos Patriarcas (Gênesis 12 — 50).

3. A saída do Egito (Êxodo 1 — 15).

4. Desde o Egito até o Sinai (Êxodo 16 — 18).

5. A revelação do Senhor no Sinai (Êxodo 19 — Números 10).

6. Desde o Sinai até Moabe (Números 10 — 36).

7. O livro de Deuteronômio (Deuteronômio 1 — 34).


O FILÓSOFO,
POETA,
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ASTRO FÍSICO ESTELAR,
Dr. EM TEOLOGIA,
ARBITRO DE DIREITO,
E
JUÍZ DE PAZ

domingo, 19 de junho de 2016

PENSE...CALCULE O AUMENTO DOS TERREMOTOS



O aumento do número dos terremotos nos últimos anos deveria servir para sacudir também o íntimo dos seres humanos, para que se libertassem, ainda em tempo, de sua inércia espiritual.

Não passa um mês sem que tomemos conhecimento de algum terremoto, de grandes proporções. E isso porque os tremores menores, que também causam extensos danos e muita apreensão, não são sequer noticiados.

Estima-se que ocorram a cada ano cerca de 500 mil tremores em todo o globo, havendo quem fale até de 1 milhão de sismos, dos quais 100 mil são percebidos pelas pessoas com seus próprios sentidos, e pelo menos mil causam danos.

A Terra está tremendo sem parar, o que nada de bom significa para os seres humanos. Um retrato disso pode ser PERCEBIDO pelas informações dos pesquisadores russos DENIS MISCHIN e ALEX CHULKOV, que mostra os terremotos com magnitude superior a 4 graus na Escala Richter que sacudiram o planeta de janeiro de 1989 a setembro de 1997 .

No Japão já se registrou, num único fim de semana, uma cadeia de mais de 200 terremotos de intensidade leve e moderada. Conquanto muitos japoneses considerem isso como uma característica “normal” de seu país, todos esses sismos e também a movimentação dos 86 vulcões ativos do país são na verdade prenúncios de uma catástrofe gigantesca, a qual, ao contrário do que até mesmo pessoas sérias e realistas imaginam, não está reservada a um futuro longínquo. Não é sem razão que desde a década de 70 já se verificava que muitas aves migratórias evitavam o Japão…

Essa situação de grande insegurança já fora prevista há milênios para toda a humanidade. Na Grande Pirâmide de Gizé, no Egito, existe uma câmara, ou sala, chamada Câmara do Rei, ou Sala das Nações, ou ainda Sala do Juízo. Essa sala apresenta um piso desigual, indicando a insegurança dos seres humanos na época do Juízo em relação ao próprio solo onde pisam. A explicação original do significado do piso irregular é transmitida por ROSELIS VON SASS em sua obra "A Grande Pirâmide Revela seu Segredo":

“O piso desigual indica que na época do Juízo os seres humanos não mais terão sob os pés um solo liso e firme. A terra onde eles se locomovem não contém mais nenhuma segurança para eles. Não sabem o que o próximo passo lhes pode trazer".

Os dados estatísticos que analisaremos a seguir não deixam margem a dúvidas quanto à veracidade dessas palavras. São considerados grandes terremotos aqueles de magnitude igual ou superior a 6 na Escala Richter.
Essa escala é logarítmica, por isso um terremoto de magnitude 7, por exemplo, é dez vezes mais forte que um terremoto de magnitude 6, e assim por diante. O terremoto de Kobe, no Japão, ocorrido em 17 de janeiro de 1995 e que foi considerado “o pior dos últimos 70 anos”, apresentou uma magnitude de 7,2 graus na Escala Richter.

Em todo o século 19 ocorreram 41 grandes terremotos, acarretando pouco mais de 350 mil mortes. No século 20 até maio de 1997, já haviam ocorrido 96 grandes terremotos, que provocaram a morte de mais de 2 milhões e 150 mil pessoas.
(DADOS OBTIDOS DO FEDERAL INSTITUTE FOR GEOSCIENCES AND NATURAL RESOURCES).

Veja a ocorrência de grandes terremotos nos últimos 2 mil anos até 1997.

Parte dos terremotos ocorridos nos séculos 17 e 18, e todos até o século 16, foram considerados grandes em razão dos danos e mortes provocados.



GRANDES TERREMOTOS NO MUNDO DO SÉCULO 1 AO SÉCULO 20

Século 1 - 10 terremotos;
Século 3 - 20 terremotos;
Século 6 - 30 terremotos; 
Século 8 - 40 terremoto;
Século 10 - 50 terremoto;
Século  12 - 60 terremoto;
Século  14 - 70 terremoto;
Século  16 - 80 terremoto;
Século  18 - 90 terremoto;
               Século  20 até 1997 - 100 terremoto.

OS dados a seguir faz uma comparação por década entre os grandes terremotos ocorridos nos séculos 19 e 20:

Ressalta-se que com exceção da década de 50, todas as outras décadas do século 20 tiveram maior número de grandes terremotos quando comparadas às atividades sísmicas no planeta de cem anos atrás. O aumento do número de terremotos em todo o mundo é um fato inquestionável.

Uma pesquisadora americana, SARAH DAVIES, formulou as seguintes perguntas a um grupo de especialistas da área, através da internet:

“Está havendo um aumento na incidência de terremotos em todo o mundo neste século?

Caso existam registros antigos, esse aumento tem-se verificado ao longo dos últimos 200 anos?”.

Quem respondeu à questão de SARAH foi o vulcanologista STEVE MATTOX, da Universidade de Dakota do Norte. Ele disse que seria melhor fazer uma análise da incidência apenas dos maiores terremotos já ocorridos, a fim de reduzir a dependência de observadores e do instrumental de medição.

Segundo ele, na primeira metade do século 20 houve 15 terremotos desse tipo (de intensidade extrema), e na segunda metade haviam ocorrido até então 20 desses terremotos. Já em todo o século 19 registraram-se apenas 7 terremotos extremos (2).
(ESSES DADOS FORAM OBTIDOS PELO DR. STEVE NO “THE CITIZEN’S GUIDE TO GEOLOGIC HAZARDS)

O Dr. STEVE conclui:

“Baseando-se nessa rápida análise de uma única fonte de informação, parece que a frequência de terremotos está aumentando.

A grande questão é o porquê disso”.

Além da frequência aumentada, verifica-se também um crescimento da intensidade dos terremotos, alguns deles tornando-se até momentaneamente famosos em razão da destruição e do número de mortes, como os da Guatemala (1 milhão de desabrigados), da China (750 mil mortos) em 1976, do México em 1985 e do Japão em 1995.

Infelizmente, também essas grandes catástrofes acabam sendo esquecidas após um maior ou menor tempo, transformando-se em meras curiosidades históricas.

Em 31 de maio de 1970, por exemplo, houve uma catástrofe no Peru sem paralelo na história humana até o presente (abril de 1998), com a possível exceção talvez da destruição da cidade de Pompeia, no ano 79 d.C., soterrada pela erupção do Vesúvio.

A repercussão desse extraordinário acontecimento foi, porém, muito pequena; primeiro porque aconteceu num país do Terceiro Mundo, mas principalmente porque naquele dia estava sendo aberta a Copa do Mundo de Futebol…


  
AUMENTO DE TERREMOTO POR DÉCADA

Século 20:
DE: 1.900 a 1.909 = 141 terremotos;
DE: 1.910 a 1.919 = 154 terremotos;
DE: 1.920 a 1.929 = 321 terremotos;
DE: 1.930 a 1.939 = 358 terremotos;
DE: 1.940 a 1.949 = 347 terremotos;
DE: 1.950 a 1.959 = 457 terremotos;
DE: 1.960 a 1.969 = 1.205 terremotos;
DE: 1.970 a 1.979 = 1.553 terremotos;

Nos primeiros 40 anos do século 20 (de 1900 a 1939), ocorreram 974 terremotos na região. Nos 40 anos seguintes (de 1940 a 1979), ocorreram 3.572 terremotos, quase 4 vezes mais que no primeiro período.
Nas décadas de 60 e 70 houve 2.758 terremotos, quase mil a mais que nos 60 anos anteriores (1.788 terremotos).

“Que crime o mundo cometeu contra DEUS para merecer tamanho castigo?”.

É uma pergunta cuja resposta qualquer um que acompanha com atenção os acontecimentos da nossa época e que estuda a Bíblia pode dar…

Esses números são apenas uma amostragem do que vem ocorrendo no mundo todo e demonstram de maneira inequívoca que a humanidade, agora, não tem mais “o solo firme sob os pés”.

Nesses últimos anos do JUÍZO FINAL, os terremotos continuarão aumentando em todo o mundo, tanto em quantidade como em intensidade, como um dos mecanismos automáticos de limpeza e purificação da Terra. Numa amostragem aleatória entre maio e dezembro de 1995, registraram-se 33 fortes terremotos em todo o mundo, que causaram danos e mortes em número suficientemente elevado para serem notícias de jornais. Os países atingidos foram:

Estados Unidos, Grécia, Rússia, Itália, Japão, China, Birmânia, Indonésia, Peru, Chile, México, Turquia, Argélia, Equador, Egito, Israel, Jordânia, Nicarágua e Colômbia.

Não são eventos arbitrários da Natureza, São sinais claro e evidentes que estamos a beira de um colapso, que não vai acontecer por que acontece antes a SEGUNDA VOLTA DE JESUS NAS NUVENS DO CÉU.

O ser humano não pode dominar com a sua “inteligência” os fenômenos da Natureza, ainda mais quando estes lhes trazem o indesviável retorno Profético e de suas más ações.

Estes são reconhecimento forçado da incapacidade humana de dominar, com o seu intelecto, as forças da Natureza.

Que distância não existe entre essas palavras e o tempo em que os seres humanos ainda viviam em harmonia com a Natureza! Numa época em que eram avisados a tempo sobre os sinais que haveria antes da VOLTA DE JESUS (Noè avisou o povo por 120 anos que choveria um dilúvio na terra e o POVO não acreditou).
artigo extraído com autorização de. 
http://www.gnosisonline.org

 
APELO DO BLOG FOLHAS DE CAMPO MAIOR:

(PREPARE-SE O DIA "DE" ESTA MUITO PRÓXIMO... "HORA VEM SENHOR JESUS...  MARANATÁ".


O FILÓSOFO,

POETA,

ESCRITOR,

ASTRO FÍSICO ESTELAR,

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                                                                                                                                      JUÍZ DE PAZ.











sábado, 18 de junho de 2016

PRIMEIRA MULHER



 

 

                  

                   DNA MITOCONDRIAL:

 

                   VIEMOS TODOS DE UMA MESMA MULHER

 

A Dra. REBECCA L. CANN, do Departamento de Biologia da Universidade da Califórnia, em Berkeley, realizou uma pesquisa com o intuito de descobrir a origem da raça humana através do mtDNA (DNA Mitocondrial). (REBECCA L. CANN ET AL., “MITOCHONDRIAL DNA AND HUMAN EVOLUTION”, NATURE, VOL. 325(6099), 1 JANUARY 1987, P. 31-36). REBECCA e a equipe realizaram testes com 147 indivíduos, das cinco populações geográficas do nosso planeta, de todos os grupos de seres humanos, e concluiu que todos possuíam um mtDNA idêntico (DNA Mitocondrial). Portanto, todos teriam uma mesma ancestral em comum:

A EVA Mitocondrial. Alguns naturalistas, tentando se esquivar das implicações bíblicas que tal descoberta possui, afirmam que não houve apenas uma única mulher que deu origem a todos nós, mas um grupo formado por várias mulheres (e vários homens) (AYALA, F., “POLIMORFISMOS GENÉTICOS Y EVOLUCIÓN DE LOS SERES HUMANOS MODERNOS”, JORNADAS SOBRE “EVOLUCIÓN MOLECULAR HUMANA”, MUSEO DE LA CIENCIA DE LA FUNDACIÓN “LA CAIXA” (BARCELONA, 24-25 DE ABRIL, 2001), porém não é isso o que os estudos indicam; tal posicionamento parte de pressupostos metafísicos. Se a premissa desses naturalistas estivesse correta, a pesquisa mostraria que um determinado grupo de pessoas veio de uma única ancestral, outro grupo veio de outra ancestral, e assim por diante, mas os resultados mostram que todos viemos de uma única e mesma mulher. Não há razões suficientes, também, para se crer que a EVA Mitocondrial foi a única capaz de produzir uma linhagem direta até os dias atuais, em detrimento das “outras evas”.

Muitos cientistas evolucionistas também tentaram descobrir quando e onde a primeira mulher haveria surgido. A conclusão deles foi que ela era africana e surgiu há pelo menos 200 mil anos. Essa conclusão veio principalmente por meio de métodos baseados em datação radiométrica.

Contrariando tais suposições de muitos evolucionitas, um estudo feito pelos doutores LAWRENCE LOEWE e SIEGFRIED SHERER afirma que, se compararmos o tempo necessário para que as pequenas variações genéticas passassem a fazer parte do material genético de um grupo de indivíduos com o número dessas variações do mtDNA (DNA Mitocondrial), chegaríamos à conclusão de que a primeira mulher teria surgido em algum tempo entre 6000-6500 anos atrás; ou talvez até algum tempo a mais.
GIBBONS A. “CALIBRATING THE MITOCHONDRIAL CLOCK.” SCIENCE. 1998; 279(5347): 28-29.
AN GIBBONS, escreve que “os investigadores calcularam que a ‘EVA mitocondrial’ – a mulher cujo mtDNA (DNA Mitocondrial) foi ancestral de todos os seres humanos – viveu entre 100.000 a 200.000 anos atrás, na África. Utilizando o novo relógio, ela teria uns meros 6.000 anos".

                   IMPLICAÇÕES CRIACIONISTAS

Segundo o relato bíblico sobre a CRIAÇÃO da raça humana, todos nós teríamos vindo de uma única mulher:
EVA (Gênesis 3: 20).

E durante muito tempo os cientistas evolucionistas ridicularizaram os cristãos por crerem que todos teríamos realmente vindo do primeiro casal criado por DEUS. Sem bases sólidas, e com o desejo ardente de querer harmonizar a Bíblia com a ciência, muitos cristãos optaram por abraçar o dogma evolucionista e acabaram por deturpar o Gênesis, considerando-o nada mais que uma parábola, para não dizer “um mito”.

Alguns até mesmo argumentam que ADÃO e EVA não foram pessoas reais, mas apenas “imagens” que figuravam todos os homens e todas as mulheres que foram surgindo através da evolução que, para eles, foi supostamente ocasionada por DEUS. Há argumentos que dizem que ADÃO não é um nome próprio, mas, sim, um substantivo que quer dizer “homem” ou “ser humano”.

Mas, mesmo que “ADÃO” tenha realmente um significado com a palavra “homem”, o próprio apóstolo PAULO ensinou que ADÃO era um nome próprio dado ao primeiro ser humano criado (não evoluído) por DEUS. Ele diz aos coríntios:

45. “O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente”.
1º Coríntios 15: 45

Nós homens somos uma alma vivente.

Ele também o compara ao senhor JESUS:

22. “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão
       vivificados em Cristo”.
1º Coríntios 15: 22

O evangelista LUCAS também coloca ADÃO como sendo o primeiro na ancestralidade de JESUS (Lucas 2: 38); não há um só versículo que se refira ao primeiro casal como mera parábola ou mito.

Além disso, como vimos, temos bases científicas para afirmar que todos realmente viemos de uma única e mesma mulher (mtDNA - (DNA Mitocondrial).

A verdade é que, quanto mais o tempo passa, mais a ciência revela caminhos que nos direcionam diretamente ao Gênesis, da forma como foi revelado e escrito.




E os dados a respeito de quando surgiu o primeiro mtDNA (DNA Mitocondrial) tornam as histórias de ADÃO e EVA ainda mais evidentes, pois se calcularmos as datas desde a CRIAÇÃO de ADÃO e EVA até os dias atuais, teriam se passado cerca de 6.000 anos; porém, levando em consideração que as genealogias nem sempre estão completas (como no caso da genealogia de JESUS, descrita nos evangelhos).
 
                UMA GENETICISTA EM FAVOR DO PRIMEIRO CASAL

Utilizando-se dos dados fornecidos sobre o mtDNA (DNA Mitocondrial), uma conceituada geneticista molecular promove palestras defendendo a existência histórica de ADÃO e EVA. Seu nome é GEORGIA PURDOM, PhD em genética molecular pela Universidade de Ohio State, e seu mais recente trabalho, um documentário em DVD, chama-se “A Genética de ADÃO e EVA”.

PURDOM diz que “a genética mostra claramente que humanos e chimpanzés não compartilham um ancestral comum. Há muitas, muitas diferenças em seu DNA que minam completamente a possibilidade de ancestralidade compartilhada”.

De fato, é inaceitável, do ponto de vista bíblico, a junção daquilo que dizem as Escrituras e o que afirma a visão de mundo naturalista e também a relativista.

Não precisamos abraçar:

16. “fábulas engenhosamente inventadas”.
2º Pedro 1: 16

Como disse o apóstolo PEDRO. O que precisamos é aceitar o quanto antes que a Palavra de DEUS foi divinamente inspirada (2º Timóteo 3: 16), e que é digna de toda aceitação, pois no fim das contas toda a CRIAÇÃO revelará DEUS e SUAS obras (Romanos 1: 20).

O FILÓSOFO,
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JUÍZ DE PAZ.


VULCANISMO E TERREMOTOS DESCRITO POR ELLEN G. WHITE.





ELLEN WHITE fez vários comentários sobre atividade vulcânica e terremotos.

Escritora Norte Americana do século retrazado, que escreveu mais de cem livros abrangendo todos o aspectos sobre a vida, saúde, família, educação, aconselhamento, astrônomia, sobre reis e profetas da bíblia, comentarios bíblicos etc. etc. etc. e o livro VIDA DE JESUS que esta postado na grande Bíblioteca de Washington e que o segundo livro mais vendido no mundo (1º é a Bíblia). *

Interesante é que ela só cursou o segundo ano primário  (elementary school).

Uma das declarações mais completas, incluída num livro publicado em 1890, é esta:

“Nesse tempo imensas florestas foram sepultadas. Estas foram depois transformadas em carvão, formando as extensas camadas carboníferas que hoje existem, e também fornecendo grande quantidade de óleo. O carvão e o óleo freqüentemente se acendem e queimam debaixo da superfície da Terra. Assim as rochas são aquecidas, queimada a pedra de cal, e derretido o minério de ferro. A ação da água sobre a cal aumenta a fúria do intenso calor, e determina os terremotos, vulcões e violentas erupções. Vindo o fogo e a água em contato com as camadas de pedra e minério, há violentas explosões subterrâneas, as quais repercutem como soturnos trovões. O ar se acha quente e sufocante. Seguem-se erupções vulcânicas; e, deixando estas muitas vezes de dar vazão suficiente aos elementos aquecidos, a própria terra é agitada, o terreno se ergue e dilata-se como as ondas do mar, aparecem grandes fendas, e algumas vezes cidades, vilas e montanhas a arder são tragadas. Estas assombrosas manifestações serão mais e mais freqüentes e terríveis precisamente antes da Segunda Vinda de CRISTO e do fim do mundo, como sinais de sua imediata destruição”.
(PATRIARCAS E PROFETAS [TATUÍ, SÃO PAULO: CASA PUBLICADORA BRASILEIRA, 1995], PÁGS. 108, 109).


A descrição de ELLEN WHITE dos processos que contribuem para o vulcanismo são muito semelhantes às idéias publicadas por geólogos de seu tempo. Isso explica por que a linguagem usada é mais descritiva que científica. Um século atrás, a teoria das placas tectônicas não tinha sido desenvolvida e os círculos geológicos enfocavam apenas o processo da erupção. Quatro aspectos destas descrições são discutidos abaixo:

1. “O carvão e o óleo freqüentemente se acendem e queimam… [é] queimada a pedra de cal”.

A frase “se acendem e queimam” pode ser uma tentativa de descrever a incorporação de carvão e óleo à rocha em fusão que sobe pela crosta. Este processo ocorre continuamente à medida que o magma sobe dentro da crosta continental. Noutra referência,* WHITE nota que os vulcões não se acham tipicamente perto dos principais depósitos de carvão, óleo e gás.

Esta declaração pode indicar sua percepção de que não é a queima do carvão que funde as rochas adjacentes, mas ao contrário, que a rocha em fusão é que inflama o carvão e o óleo. Contudo, ela apóia a idéia de que o carvão e o óleo contribuem para o vulcanismo de algum modo. Ela não especifica o processo que “inflama” o carvão e o óleo, portanto a frase “assim as rochas são aquecidas” pode não referir-se ao carvão e ao óleo que ardem, mas ao processo responsável pela queima, ou seja, o magma que sobe (um conceito desconhecido na época). É interessante notar que ela se refere à cal como queimando e ao minério de ferro como derretendo, indicando de novo a decomposição do calcáreo em seus vários elementos.

2. “A ação da água sobre a cal aumenta a fúria do intenso calor, e determina os terremotos, vulcões e violentas erupções. Vindo o fogo e a água em contato com as camadas de pedra e minério,…”

Em linguagem não científica a autora descreve a importância dos gases dentro da câmara de magma com relação ao processo de erupção. Carvão e óleo produzem primariamente carbono, enxofre e hidrogênio, ao entrarem em contato com as rochas fundidas que sobem. A água está presente como gás e a cal é a fonte de íons de carbonato (CO3=) que se recombinam para formar uma variedade de gases. Estes componentes formam os gases constatados pelos vulcanologistas de hoje.

3. “A própria terra é agitada…”

Aqueles que estavam perto do Monte St. Helens em 18 de maio de 1980 e viveram para contar a história, falaram aos repórteres sobre o “ar quente e sufocante”, bem como sobre as explosões. A atividade sísmica é freqüentemente associada com erupções vulcânicas devido às pressões crescentes sob a superfície, as quais geram algumas das “violentas explosões subterrâneas”, bem como ondas de superfície.

4. Aparecem grandes fendas, e algumas vezes cidades, vilas e montanhas a arder são tragadas”.

A frase “aparecem grandes fendas” parece sugerir que as fendas tragariam cidades, etc. Embora seja verdade que grandes regiões são afetadas, a destruição é devida à lava e cinza que rompem através de novas fissuras, e assim vilas podem ser “tragadas” pelo rio de lava. Esta leitura da passagem é mais consistente com a frase inicial “seguem-se erupções vulcânicas…” e pode-se compreender neste contexto que os terremotos geram as fissuras que podem formar fendas que permitem escapar lava adicional e cinza.

O freqüente relato de atividade vulcânica e de terremotos no noticiário não inclui uma perspectiva cristã. ELLEN WHITE menciona vulcões e terremotos como lembretes poderosos de que a destruição catastrófica é uma parte muito real de nosso mundo e que este mundo pode chegar rapidamente ao fim.


WHITE também nos assegura de que há um contexto maior e, como é típico em seus escritos, é sua sentença final neste parágrafo que aponta para a Segunda Vinda de JESUS CRISTO.

* Uma lista de fontes adicionais para estes comentários pode ser obtidas no "Geoscience Research Institute", Loma Linda University; Loma Linda, Califórnia 92350; E.U.A. Fax: 909-558-4314. E-mail:

ekennedy@ccmail.llu.edu ou tendo acesso a EGW database pela Loma Linda University na Internet.


O FILÓSOFO,
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